Maya Talks #15 – Atendimento que gera resultado: aprendizados do CS da Plaza | Heloísa Solano

Raphael: Fala, galera. Está começando mais um Maya Talks. Esse é o 15º episódio, né, Ju? 15º episódio.


Raphael: É um prazer aqui.


Raphael: Eu vou apresentar uma pessoa aqui que muitos de vocês da nossa audiência com certeza conhecem.


Raphael: Eu sou o Raphael Garcia.


Raphael: Quero reforçar aqui o nosso compromisso de criar esse canal que é o Maya Talks, que é um canal de comunicação, de educação, de bate-papo do mercado imobiliário, que a gente vem trazendo diferentes pessoas e perfis para bater papo aqui. Clientes, amigos, donos de imobiliária, influenciadores do mercado.


Raphael: E por que não também chamar o nosso time?


Raphael: Então hoje eu tô aqui com a Heloísa, ou pra muitos de vocês, a Helô da Plaza. Helô, seja bem-vinda.


Heloísa: Obrigada, Raul.


Raphael: É um prazer receber você aqui no Maya Talks.


Raphael: Eu vou pedir pra você se apresentar pra galera, contar um pouquinho de você, contar um pouquinho da sua mudança pra chegar até a Plaza.


Raphael: Conta aí pra galera.


Heloísa: A Plaza, como a maioria dos clientes chamam. Eu sou do interior de São Paulo.


Heloísa: Eu vim pra capital, pra Plaza, né, pra trabalhar. Foi uma mudança bem drástica.


Heloísa: E foi em questão de dias, conversei com o Raphael numa semana. Na outra segunda, eu já tava aqui.


Heloísa: E tem sido uma experiência muito bacana. Aprendi muita coisa dentro da Plaza.


Heloísa: Comecei lá com o time de onboarding, fazendo a implantação.


Heloísa: Depois toquei o time de suporte um tempo e agora eu tô como sérgio das nossas contas.


Heloísa: Tenho feito acompanhamento mais de perto com as nossas imobiliárias.


Raphael: Muito legal, Helô.


Raphael: Eu que fico feliz de você poder estar aqui com a gente e a gente poder bater um papo a respeito do mercado imobiliário, que por mais que seja um mercado que você não tinha contato antes, as coisas na Plaza são muito intensas, né?


Raphael: Então eu já vejo você conversando a respeito dos nossos clientes e das demandas da inteligência artificial com bastante propriedade.


Raphael: Eu queria começar te fazendo uma pergunta.


Raphael: Hoje quando você atende as imobiliárias que estão trabalhando com a Maya, que trabalham com a Plaza, o que você sente que elas pensam a respeito da Maya?


Raphael: O que você sente que o nosso cliente olha para a nossa loira aqui e o que eles sentem a respeito da Maya?


Raphael: É mais medo? É mais incerteza? Ou é mais certeza de que as coisas estão dando certo?


Raphael: O que você nota nos atendimentos?


Heloísa: Perfeito. Eu acho que é um misto de tudo, né? Existem várias etapas.


Heloísa: Eu acho que cliente que entra, ele sempre tem aquele receio. I.A.


Heloísa: ainda é uma coisa muito nova para o mercado imobiliário, assim como para todos os outros.


Heloísa: Então sempre tem aquele receio, né? Vai vir entrar uma I.A.


Heloísa: e tem gente que entra muito empolgada, tem gente que entra com um pouquinho mais de medo.


Heloísa: Mas eu acho que o final é sempre a mesma percepção.


Heloísa: É uma IA que tá feita pro mercado imobiliário, foi feita pro mercado, e a gente consegue trazer ali pra dentro a imobiliária, a questão de que ela vem pra ajudar, ela traz mudança dentro do processo.


Heloísa: E eu acho que é toda uma etapa, assim, sabe? Eu acho que todo mundo acaba indo pro mesmo caminho.


Heloísa: No final, quando tá tudo implantado, tá tudo rodando, a percepção é sempre a mesma.


Heloísa: E que traz valor ali pra dentro, agiliza o atendimento, e eu acho que, no geral, é isso.


Raphael: Você falou que muda o processo, né? Agrega valor pro processo.


Raphael: Você certamente já teve contato com um corretor de imóveis, né?


Raphael: Tentando alugar, comprar, ou sei lá, qualquer... Você já deve ter gerado um lead de imóveis.


Heloísa: Ah, eu já fui lead.


Raphael: Você já foi lead, né?


Heloísa: Eu já fui lead.


Raphael: Você imaginava como é que funcionava uma imobiliária antes da Plaza?


Heloísa: Não. Não. Foi muito legal, assim, até inclusive...


Heloísa: Antes, na verdade, de eu vir pra Plaza, né, eu tive o processo de locação, e eu até comentei quando a gente foi, falei...


Heloísa: Poxa vida, eu fiquei um tempão, mandava mensagem pro imobiliário, ninguém me respondia.


Heloísa: E depois, num tempo que eu já tava em outro plano, já tinha vindo pra São Paulo, tinha corretor de tatuí, né, da minha cidade, e mandava mensagem.


Heloísa: Aí, eu tive o processo de locação aqui também. E, inclusive, fui lead da Maya.


Raphael: Olha só!


Heloísa: Entrei numa imobiliária, quando eu tava procurando o apartamento que eu moro hoje.


Heloísa: E aí, tive contato primeiro com ela, pra depois falar com o corretor.


Heloísa: A gente, acho que, né, principalmente agora que a gente tá aqui dentro a gente sabe que o volume de cliente é muito grande pro atendimento humano.


Heloísa: Então, é diferente quando você fala com uma imobiliária que tem uma I.A.


Heloísa: Que você consegue, pelo menos, tirar as dúvidas que você precisa.


Heloísa: E quando você precisa, de fato, aí falar com o corretor no primeiro contato, assim.


Heloísa: Pro lead, a experiência é diferente.


Raphael: E aí, pra você, a principal diferença como, né, como lide é a velocidade.


Heloísa: Com certeza, com certeza.


Heloísa: Porque assim, a gente que tá numa rotina que a gente trabalha que sabe a correria do dia a dia, a gente sabe que o horário que a gente vai ter pra procurar um imóvel, pra parar, pra ver com calma, é normalmente fora do horário comercial.


Heloísa: E quando você fala com uma imobiliária e tem alguém que tá te atendendo ali segundos depois que você mandou a mensagem, te dá uma percepção diferente.


Heloísa: Eu acho que por mais que seja... Muitos clientes nem percebem, né, que é o Maya que tá ali.


Heloísa: mas você se sente acolhido.


Heloísa: Eu acho que muda o jogo, você dá uma atenção maior para a imobiliária que está te atendendo.


Heloísa: E isso como experiência como cliente, né? Estou falando até pela minha experiência como cliente.


Raphael: E você falou um negócio legal agora. Tem cliente que nem repara que é uma I.A.


Raphael: Você atende boa parte dos clientes da plaza lá, teve relação já com vários clientes de várias praças diferentes.


Raphael: As imobiliárias preferem na sua maioria que os clientes saibam que é uma I.A.


Raphael: ou preferem que não saibam?


Heloísa: Normalmente preferem que não saibam. E assim, vai muito de perfil, no geral preferem que não saibam.


Heloísa: E no atendimento, a fluidez é tão...


Heloísa: assim, é tão claro pro cliente ali que quer ter um atendimento mais humanizado, que tem cliente que passa e não percebe que ele falou com uma I.A.


Heloísa: e às vezes ele volta a conversar com ela como se nada tivesse acontecido.


Heloísa: Eu acho que, no geral, a imobiliária prefere que não fale.


Raphael: A maioria prefere que não fale. Porque na Plaza a gente tem essa configuração, né?


Raphael: Você pode dizer que é uma I.A. e etc.


Raphael: Agora, eu já me peguei em várias conversas com donos de imobiliária, clientes nossos e não clientes também, discutindo esse tema, né?


Raphael: Será que é melhor falar? Será que é melhor não falar?


Raphael: Você me respondeu aqui o que as imobiliárias preferem, né? E você?


Raphael: Se você tivesse uma imobiliária, o que você ia preferir?


Heloísa: Eu acho que... Eu preferiria também não dizer que é uma I.A. proativamente.


Heloísa: Porque eu acho que acaba gerando no cliente um preconceito, sabe?


Heloísa: Eu acho que muitas vezes a gente passa pelo atendimento... Pela I.A.


Heloísa: você não sente que você tá sendo atendido. Mas se você, de imediato, você recebe aquilo ali.


Heloísa: Eu sou uma assistente virtual, sou uma... Já gera pro cliente uma percepção de... Espera algo ruim, assim.


Heloísa: E a gente tem também, no geral, se o cliente optar por perguntar pra ela, por exemplo, eu tô falando com a Maya, ela não vai mentir, ela não vai fingir que não, mas eu acho que na experiência do Lidy, no geral, ele prefere não saber E ele interage de uma forma muito melhor quando ela não se apresenta como assistente virtual.


Heloísa: É uma percepção sim minha, mas eu acho que, no geral, é o que a gente vê nos atendimentos.


Raphael: É o que você faria se você tivesse a imobiliária da Helô.


Heloísa: Sim. A imobiliária da Helô seria sem apresentação como assistente virtual.


Raphael: Legal. Bom demais.


Raphael: Então, uma coisa que eu queria conversar com você a respeito Tem imobiliárias de locação, que são fortes em locação, que usam inteligência artificial.


Raphael: Tem imobiliárias que são fortes em vendas, que também usam inteligência artificial.


Raphael: E aí, várias discussões que acontecem, tanto nos grupos de WhatsApp de mercado imobiliário, como nos eventos, como, eventualmente, com a gente mesmo, falam a respeito de que a IA atende melhor locação do que venda.


Raphael: Você na prática acompanhando as contas, acompanhando os atendimentos, acompanhando os clientes.


Raphael: Isso é uma verdade ou isso é um preconceito?


Heloísa: Isso é um preconceito.


Heloísa: Eu acho que, no geral, né, o lead de venda, por ser uma transação grande, normalmente é um negócio que é fechado em menor quantidade, né, pensando em locação, alocação, você vai conseguir fazer isso em maior volume dentro do mês.


Heloísa: As pessoas tendem a ter o medo, né, de eu vou colocar uma e, ah, se der errado, eu vou perder a venda.


Raphael: Vai que eu perco a venda.


Heloísa: Eu vou perder a venda. Mas é muito pelo contrário.


Heloísa: Se um lead de venda não é atendido dentro do tempo que ele precisa ser atendido, esse cliente vai buscar um outro imobiliário, vai buscar um outro molo.


Heloísa: É um cliente que normalmente tem ali uma...


Heloísa: Principalmente quando a gente fala de valores mais altos.


Heloísa: São clientes que querem ser atendidos na hora.


Heloísa: Então, eu acho que é muito mais um preconceito do que realmente um fato.


Heloísa: Porque se a gente pega os números que a gente tem hoje dentro da Plaza, por exemplo, a conversão em venda e locação, elas são boas para ambos os lados.


Heloísa: Então, eu acho que é muito mais percepção.


Raphael: É claro que tem clientes que não.


Heloísa: Vão responder, mas eu acho que no geral...


Heloísa: Teu pré-atendimento no lead de venda faz muita diferença no final do mês.


Raphael: Esse negócio que você falou é importante, né? Vai ter cliente que não vai responder a Maya, né?


Raphael: É normal, né?


Raphael: Assim como vai ter cliente que não responde o corretor, assim como vai ter cliente que não responde o dono da imobiliária.


Raphael: Acho que essa questão de não responder, que é atribuído às vezes, ah, não respondeu porque era uma I.A.


Raphael: e tudo mais, é meio forçação de barra, né?


Heloísa: É, eu acho que é uma percepção ruim que as pessoas acabam criando.


Heloísa: Porque se a gente olha pro número, né, a gente sempre vai falar de número porque é o que a gente trabalha.


Heloísa: Mas o número de resposta é muito melhor quando a gente fala com uma I.R. porque é muito rápido.


Heloísa: Então às vezes o cliente, o momento que ele preencher um formulário de interesse ou que ele manda uma mensagem, é quando ele tá com o celular e a I.R.


Heloísa: já vai mandar mensagem pra ele.


Heloísa: Não vai ter o tempo de entrar dentro do CRM, e às vezes o corretor tá numa visita, até ele pegar o celular e ver.


Heloísa: Aí ela já tá ali, já tá respondendo, o cliente já se sente assistido, mesmo que depois ele aguarde o contato do corretor pra dar sequência numa confirmação, enfim.


Heloísa: Acho que é uma percepção... Legal. Errado, assim, incorreto.


Raphael: É, eu acho que tudo que você não conhece, que você ainda não tem profundidade, não dá pra falar que alguém do mercado imobiliário tem profundidade de I.A.


Raphael: Tudo muito recente, né?


Raphael: Então, a gente que trabalha com inteligência artificial, que a gente toma café da manhã, almoça e janta com inteligência artificial, a gente tá em constante aprendizado, né?


Raphael: Imagina quem tem menos contato com esse negócio. Então, é muita transformação ao mesmo tempo.


Raphael: É normal que as pessoas se acanhem, né? Diante das mudanças, né?


Heloísa: Sim, a gente brinca muito lá dentro da Plaza, que quem hoje conhece muito sobre ar, ainda conhece muito pouco.


Heloísa: É uma coisa nova, então... Tanto que eu acho que é uma das questões que a gente tenta ir...


Heloísa: A abordagem que a gente, principalmente no relacionamento, a gente vai...


Heloísa: ensinando a usar IA também.


Heloísa: Porque, no caso, não dá pra você também esperar que a biblioteca entenda tudo sobre IA, porque quem tem que entender sobre IA é a gente, né?


Heloísa: A gente tem que instruir como ela é utilizada dentro do dia a dia dela.


Heloísa: Então, eu acho que é muito isso.


Heloísa: E aí, com o tempo, é legal que as pessoas, às vezes, chegam com um susto assim.


Heloísa: Porque é a Maya, e daqui a pouco vira um discurso diferente. Ah, é porque a Maya atendeu o cliente.


Heloísa: E aí, acaba tendo muito mais carinho pelo atendimento dela do que aquele susto inicial, que fica assim, mas a Maya vai entrar?


Heloísa: Porque é uma operação toda... A imobiliária tem uma operação inteira, né?


Heloísa: Então, não dá pra gente esperar que seja... Todo mundo vai receber da mesma maneira.


Heloísa: Tem pessoas que já vêm com aquela expectativa super alta, tem pessoas que ficam mais... Opa, será?


Heloísa: Será que vai? E acho que no final é... E.


Raphael: Você falou um negócio agora que é um pouco até a maneira como a gente pensa a Plaza desde o começo, né?


Raphael: Não dá pra esperar que a imobiliária esteja pronta pra adotar IA


Heloísa: Exatamente.


Raphael: A história dessas empresas novas são A.I. First, né? Empresa que é construída a partir de...


Raphael: Eu já sei que tem IA, então eu tô construindo meu negócio.


Raphael: Esses negócios novos, Eles são muito diferentes dos negócios que não tinham I.A. anteriormente.


Heloísa: Exatamente.


Raphael: Então, a gente poderia ter uma I.A. no atendimento da plaza. A gente poderia ter uma I.A.


Raphael: atendendo o suporte, a gente poderia ter uma I.A. atendendo os clientes, mas a gente não tem.


Raphael: Por que a gente não tem? Por que a gente tem a Helô da Plaza?


Raphael: Porque a gente precisa entregar um atendimento que seja também educativo, orientativo e que aprenda junto com o cliente.


Raphael: Então acho que esse cuidado é um cuidado que você consegue passar no dia a dia para os clientes e aí que você tem essa reciprocidade quando você sente que as coisas estão indo bem.


Raphael: Agora, tem imobiliário, Helô, que eu me lembro, que a gente já falou juntos, inclusive, né?


Raphael: Helô trabalha direto comigo aqui, galera, em algumas contas, né? Tem imobiliária que entrou na Maya.


Raphael: E deu tudo errado, né?


Raphael: Se deu tudo errado, teve alucinação, teve problema, teve bug, teve erro de interpretação do próprio cliente, teve o corretor de imóveis não aceitando.


Raphael: E aí passa um tempo, a gente não desiste daquele cliente, a gente fica ali, etc.


Raphael: E aí a gente fala hoje com esse cliente e ele diz, pô, tá tudo funcionando uma beleza aqui e tal.


Raphael: Como é que é essa sensação de pegar esses clientes que parecia que tudo ia dar errado e no final deu certo?


Heloísa: É uma sensação maravilhosa, né?


Heloísa: Porque hoje a gente tem casos muito legais que... Foi exatamente isso que você falou, passou pelo caos.


Heloísa: E aí todo mundo, tipo assim, não vai dar certo. E hoje tá rodando, tá rodando bem.


Heloísa: E eu acho que entra muito com o que você acabou de falar, Raphael.


Heloísa: Eu acho que ter o acompanhamento próximo é muito importante.


Heloísa: Porque a gente acaba entendendo a dor da imobiliária, né.


Heloísa: Eu acho que você tem que ter um pouco de empatia, porque é um processo novo.


Heloísa: Claro que, que nem a gente acabou de falar, vai ter bug, vai ter alguma coisa ou outra que a gente precisa ajustar.


Heloísa: Mas quando a gente tá com o acompanhamento próximo, a gente entende o que tá doendo, né?


Heloísa: O que a gente precisa arrumar. E a imobiliária, ela precisa se sentir assistida.


Heloísa: Porque no final, é o gerador de negócio ali dentro, né?


Heloísa: Então, quando a gente vê que tá tudo bem, que tá tudo ok, e aí a gente recebe um feedback positivo.


Heloísa: E a gente olha lá pra trás e fala assim, poxa vida, foi uma conta que...


Heloísa: A gente ficou com medo, será que ia? E eu acho que é uma sensação maravilhosa.


Heloísa: No geral, acredito que assim, é muito de adaptação. Mas podem acontecer falhas técnicas.


Heloísa: Mas eu acho que o que é o nosso diferencial hoje é ter ali a proximidade pra entender o que tá acontecendo.


Heloísa: E a imobiliária se sentir assistida no sentido que a gente vai resolver.


Heloísa: A gente vai transformar aquela adaptação num resultado legal ali no final.


Heloísa: É o que acontece na minha parte dos casos.


Raphael: Legal demais.


Raphael: Você falou a respeito de proximidade e uma coisa que a gente não consegue fazer em escala, mas que a gente faz pontualmente é ir até o cliente, né?


Heloísa: Sim, e faz muita diferença.


Raphael: Presencialmente, as coisas são diferentes do que a distância, né?


Raphael: Então, muitas vezes, as coisas não estão sendo resolvidas ou tem muita dúvida, você sempre propõe, tipo, eu vou até aí, né?


Raphael: Você vai lá, faz um treinamento, conversa e tudo mais.


Raphael: Você que não tinha tanta vivência de imobiliária antes da Plaza, o que são as coisas mais legais que você já viu visitando as imobiliárias?


Heloísa: Perfeito. Achei... adorei o ponto.


Heloísa: Eu lembro que quando eu vim pra plaza, uma das primeiras semanas, o Raphael falou pra mim assim, você tem que ir numa imobiliária.


Heloísa: Porque você não vai conseguir ajudar a imobiliária se você não souber o que a imobiliária tem, o que a imobiliária precisa.


Heloísa: Eu adoro visita presencial, sou suspeitíssima a falar.


Heloísa: Eu acho que o mais legal, assim, na imobiliária é você ir e você entender o que se passa na operação deles.


Heloísa: Porque a gente tá ali, às vezes, a gente faz muita call.


Heloísa: Eu faço muita call com cliente, ligo muito, tô ali.


Heloísa: Às vezes, tem cliente que eu falo todo dia, o tempo todo.


Heloísa: Mas quando você tá ali dentro, você sabe exatamente o que a imobiliária precisa, o que acontece ali.


Heloísa: E aí você encontra várias formas de ajudar ou de otimizar o que a gente já tem ali dentro, simplesmente por uma visita, por conhecer o processo, entender que apesar de a gente estar no mercado, que é o mercado imobiliário, nosso produto é pra isso, cada imobiliária vai ter um jeito, cada imobiliária tem um processo.


Heloísa: Cada cidade vai ter uma forma de trabalhar.


Heloísa: Eu acho que o mais legal pra mim das imobiliárias é isso, assim.


Heloísa: E fora que cada vez que a gente vai, é uma recepção diferente.


Heloísa: É sempre uma delícia conhecer as imobiliárias.


Heloísa: Às vezes você fala com o cliente ali, durante vários meses.


Heloísa: Quando você chega lá dentro, você fala...


Heloísa: Poxa vida, apesar de a gente trabalhar com IA também tem um monte de gente aqui em volta, tem...


Heloísa: E eu acho que traz essa percepção, né.


Heloísa: Porque a gente, apesar de a gente trabalhar ali com a IA, que a gente fala muito, são pessoas, né?


Heloísa: São pessoas ali preocupadas em fazer isso acontecer. Então, eu acho que é isso.


Raphael: Que legal, isso é muito legal. E eu acho que essa provocação é uma provocação real.


Raphael: Se você vai atender imobiliária e você não conhece de imobiliária, se você vai criar produto pra imobiliária e você não conhece imobiliária, você não vai pra rua, você não conhece, você não convive com corretor de imóveis, você não sabe como é que são as dores, etc.


Raphael: Você não vai conseguir fazer um bom produto, você não vai conseguir fazer um bom atendimento, você vai ter muita dificuldade de entender as nuances.


Raphael: Então acho que você é uma pessoa que muito cedo entendeu essa dinâmica e por isso se apropriou dessas visitas presenciais que te ajudaram nesse processo.


Raphael: Então isso é muito legal. Helô, agora também tem cliente bravo, né?


Heloísa: Temos.


Raphael: Tem, né? Temos clientes bravos, né?


Heloísa: Temos clientes bravos.


Raphael: Vou falar o nome aqui. Não, brincadeira. Não vou, não. A gente tem algum.


Raphael: Se eu falar o nome, a Ju corta, né? Se eu começar a falar o nome aqui, a Ju tira do episódio.


Raphael: Mas assim, a gente tem cliente que sobe a temperatura, porque acontece um problema, ou às vezes um erro de interpretação, ou às vezes acontece um problema que um corretor não tá entendendo o que tá acontecendo, isso cria na imobiliária uma pressão, e aí chega esse cliente ali no telefone, no WhatsApp, de alguma maneira, temperatura lá em cima.


Raphael: Pensando você como especialista em atendimento ao cliente, né?


Raphael: Como é que a gente tem que lidar quando o cliente tá num nível de temperatura alta?


Heloísa: Eu acho que o primeiro ponto, Raphael, é que ninguém tá bravo, né, por alguma coisa que não aconteceu.


Heloísa: Então, acho que a primeira coisa é escutar o que o cliente tem pra falar.


Heloísa: Porque não adianta eu tentar resolver sem entender qual é a dor dele.


Heloísa: E entender qual foi a motivação da temperatura estar mais alta.


Heloísa: Vão ter casos que realmente foram erros. Às vezes é só uma falta de interpretação.


Heloísa: Mas se você não tá aberto a escutar o que o cliente tem pra falar você não vai conseguir resolver.


Heloísa: Então a abordagem é sempre a mesma, você escuta, deixa falar o que é isso e depois fala, vamos lá.


Heloísa: Mesmo que seja um problema, a gente tá ali pra ajudar.


Heloísa: No final do dia, o que eu preciso fazer é entregar o que o cliente precisa. É escutar com calma, né?


Heloísa: e tentar achar uma solução.


Heloísa: Eu acho que, normalmente, a gente sempre fala muito sobre isso, de escutar um pouco com empatia, porque é o negócio dele.


Heloísa: Então, assim, se tiver qualquer problema, vai impactar no negócio do cliente.


Heloísa: Então, eu acho que tá aberto a escutar o problema e encontrar, e tranquilizar, no sentido de que, assim, a gente tá aqui pra achar uma solução, a gente não tá jogando contra, a gente vai, se tiver qualquer coisa, a gente vai resolver, e no final, olha, de todos os clientes bravos que a gente tem, eu acho que eu nunca terminei uma conversa com alguém não dando mais uma acalmada, já encaminhando.


Heloísa: Porque você mostra que você sabe o que você tá fazendo, né.


Heloísa: Se tiver qualquer problema, a gente vai achar uma solução, a gente tem um time pra fazer isso.


Heloísa: Então, eu acho que é essa a abordagem.


Raphael: Você usou uma palavra boa, você falou empatia, né? Empatia pra ouvir, né?


Raphael: A gente tem na Plaza um lema que é transformar cliente em fã, né?


Raphael: Não dá pra transformar cliente em fã se você não tiver empatia, né?


Raphael: Então, às vezes, nessa história de atendimento, às vezes a gente mesmo vai ligar pra, sei lá, a internet não tá funcionando, ou o meu telefone, a conta veio errada, a gente vai ligar num serviço de atendimento ao cliente, e a gente liga com a temperatura alta, muitas vezes.


Raphael: E aí você tá bravo, nervoso e tal.


Raphael: Se a pessoa do outro lado da linha não tentar ter empatia primeiro pra te entender, dificilmente ela vai conseguir prestar um bom atendimento.


Heloísa: Com certeza.


Raphael: Porque não vai ser acolhedor, não vai ser resolutivo.


Heloísa: Com certeza.


Raphael: Então acho que essa palavra sintetiza bem.


Raphael: Eu acho que é uma virtude que todo mundo que trabalha com atendimento ao cliente deveria ter, independente se é mercado imobiliário, inteligência artificial ou seja lá o que for.


Heloísa: E a dor do outro, a gente também tem que entender que a dor do outro, ela é diferente da nossa.


Heloísa: Pode ser que talvez ali, às vezes o cliente vai trazer um problema que você sabe que não é tão grande, mas existe um impacto ali dentro.


Heloísa: Então, você precisa entender o que tá acontecendo.


Heloísa: Porque se você não sabe o que dói no cliente, você não vai conseguir resolver nada.


Heloísa: Então eu acho que é se colocar também no lugar, sabe? Porque você pode ter 50 clientes na carteira.


Heloísa: Mas se um cliente ali dentro tá com problema você precisa entender o que ele precisa, como que você vai conseguir ajudar.


Heloísa: Eu acho que você saber escutar no atendimento ao cliente é muito importante.


Heloísa: Isso não só na resolução de problemas, né. Eu acho que até você estar no comercial sabe disso.


Heloísa: Se a gente não consegue escutar o que o cliente precisa você nunca vai conseguir achar solução nenhuma, né.


Heloísa: Eu acho que é muito nessa linha aí que... A gente gosta de atender e lidar com o dia a dia.


Raphael: Muito bom, Helô da Plaza. Muito bom.


Heloísa: Muito bom.


Raphael: Deixa eu trocar um pouquinho o assunto aqui pra você poder compartilhar um pouco aqui a respeito também da sua

história, né?


Raphael: Antes da Plaza, o que você fazia?


Heloísa: Trabalhava no mercado financeiro. Trabalhava no mercado financeiro.


Heloísa: Eu tenho uma carreira meio... Já passei por algumas áreas, né.


Heloísa: Eu fazia agronomia, trabalhei na área agrícola um tempo. Fui pro mercado financeiro.


Heloísa: E aí, acabou que quando surgiu a oportunidade da Plaza, eu falei... Por que não?


Heloísa: Eu falei, vamos lá, vamos ver como que é. Conversamos, a gente conversou.


Heloísa: Na época, você fez parte ainda do processo. E aí, eu falei, por que não ir pra uma I.A.


Heloísa: do mercado imobiliário? Que eu não conheço o mercado imobiliário, também não conheço I.A.


Raphael: Né?


Heloísa: Tá tudo encaminhado. E aí, eu vim pra São Paulo, vim pra Plaza. E aqui...


Heloísa: o tempo, ele passa diferente. Assim, seis meses na Plaza são correspondentes a seis anos, assim.


Heloísa: Basicamente é isso. Mas eu vim do mercado... Já trabalhava, né, com PJ, né.


Heloísa: Trabalhava com clientes PJ.


Raphael: Pessoa jurídica, né?


Heloísa: Isso, pessoa jurídica dentro do mercado financeiro. Mas que imobiliária, não.


Heloísa: Imobiliária, o maior contato que imobiliária tinha sido, né, até então, pra alugar casa.


Heloísa: E aí, hoje, a gente respira imobiliária 24x7.


Raphael: Que legal. E você... E você nessa mudança de carreira, né, e até de cidade, né, etc.


Raphael: Certamente você teve vários aprendizados, né? Qual foi o seu maior aprendizado?


Heloísa: Olha, foram muitos, viu?


Heloísa: Mas eu acho que a gente aprende a se adaptar em todos os tipos de situações, assim, sabe?


Heloísa: Eu acho que a questão principalmente da mudança de cidade, muda diária... E aprende que tudo é adaptável, assim, sabe?


Heloísa: Tudo você consegue aprender conforme você tem vontade. Acho que o nosso dia a dia é uma prova disso.


Heloísa: Não adianta, acho que força de vontade faz tudo acontecer.


Heloísa: Eu acho que você aprende a se adaptar, aprende a lidar com as situações.


Heloísa: Eu acho que isso foi o que mais me...


Raphael: Isso é o que mais me marcou.


Heloísa: Nessa jornada aí de Plaza e de mudanças.


Raphael: E de mudanças. Legal, Helô, legal.


Raphael: Agora, tá falando de mudança, e quando a gente vai falar de inteligência artificial para o mercado imobiliário, muitas vezes é uma mudança pra imobiliária, né?


Heloísa: Muito grande.


Raphael: Tem imobiliárias que são clientes nossas hoje que diziam, eu jamais vou ter uma I.A. aqui dentro.


Raphael: E hoje estão aí usando e achando o máximo.


Raphael: Como que é importante, na sua visão, no atendimento ao cliente, o nosso drive de orientar o cliente à mudança?


Raphael: Como que, de forma prática, a gente pode estimular o cliente a pensar que, pra você ter resultados diferentes, você tem que fazer coisas diferentes?


Raphael: Porque fazendo a mesma coisa, você vai chegar no mesmo lugar.


Raphael: Como que é isso no atendimento ao cliente?


Heloísa: É, eu acho que assim, Raphael, quando você... Apesar da IA estar... Agora a gente, todo mundo fala sobre.


Heloísa: É uma coisa muito nova, né.


Heloísa: E se a gente para pra pensar no atendimento ao cliente hoje ele é muito diferente de 10 anos atrás, 20 anos atrás.


Heloísa: E se a gente for parar pra pensar, todo mundo foi se adaptando ao longo dessa jornada, né.


Heloísa: Há um tempo atrás, você não imaginava que atendimento você compraria via um site.


Heloísa: Você faria uma compra virtual dentro de um site.


Heloísa: O próprio mercado imobiliário, antes você não tinha. O anúncio de imóveis era via jornal.


Heloísa: você não tinha site, você não tinha portal.


Heloísa: E a gente tem a estrutura que a gente tem hoje através de mudanças que aconteceram.


Heloísa: Então, dentro da IA, eu acho que quando a gente olha pra dentro do processo imobiliário, por exemplo, eu acho isso muito em acompanhamento de conta, né?


Heloísa: Quando você olha ali, às vezes, pro macro.


Heloísa: Poxa vida, às vezes você faz atendimento de 2 mil leads, uma pessoa não consegue fazer atendimento de 2 mil clientes dentro de um mês.


Heloísa: É assim, é quase que impossível, a não ser que a pessoa esteja ali dedicada a fazer aquilo ali 24 horas...


Heloísa: Também ninguém consegue.


Heloísa: Então, eu acho que é você olhar quando a imobiliária, você consegue ter aproximação, ao ponto da imobiliária ver como é o processo dela sem a IA.


Heloísa: E ela olha pra IA ali dentro do processo e vê o impacto que aquilo gera, a mudança acontece de forma sutil, assim, sabe?


Heloísa: A gente como cliente hoje, né, a imobiliária como cliente, é atendida por IA dentro de outros lugares, tem essa experiência que há anos, vou nem dizer muitos anos, há pouco tempo atrás a gente não imaginava.


Heloísa: E quando isso começa ali a ser mais concreto, quando começa a amadurecer, eu acho que... E assim, eu não vejo a mudança dentro da imobiliária, na implantação da IA.


Heloísa: como uma mudança que demora muito pra ser feita, assim, sabe?


Heloísa: Eu acho que o benefício é tão rápido, que às vezes a imobiliária acha que vai demorar meses pra se adaptar.


Heloísa: E depois de semanas, a imobiliária já tá assim... Como que eu vivi sem isso antes?


Heloísa: A gente tem um cliente, né, que eu tava conversando esses dias atrás, ela falou pra mim, a gente fez uma reunião de acompanhamento, ela falou, Helô, eu não sei como que eu fiquei sem a Maya.


Heloísa: Eu também não sei. Porque é diferente, né, Raphael, se você vai pra pensar.


Heloísa: Então, eu acho que é dessa forma, hein.


Raphael: Pô, me fala uma coisa.


Raphael: Que recado você daria pra uma imobiliária que acha que inteligência artificial não muda o jogo e não ajuda a imobiliária a prosperar?


Heloísa: Você vai ficar pra trás, você vai ficar pra trás.


Heloísa: Eu acho que a gente tem muitos cases de sucesso aí pra provar o quanto que a inteligência artificial, ela não entra como uma mudança no processo, mas sim um adicional ali dentro, sabe?


Heloísa: O quanto que você pode usar pessoas, as pessoas ainda vão ter o valor delas.


Heloísa: Acho que a IA vem para otimizar.


Heloísa: A gente coloca pessoas para fazer o que elas precisam, enquanto a IA está atendendo, está gerando valor ali dentro do seu negócio.


Raphael: A gente já vai chegando aqui no final do nosso papo.


Raphael: Uma coisa que eu queria explorar nesse último pedaço aqui da entrevista é um pouco de como lidar com a rotina do atendimento ao cliente, porque são muitos clientes para atender, são muitos canais para atender.


Raphael: Então, a gente poderia ter uma I.A. no atendimento da Plaza. A gente poderia ter uma I.A.


Raphael: atendendo o suporte, a gente poderia ter uma I.A. atendendo os clientes, mas a gente não tem.


Raphael: Por que a gente não tem? Por que a gente tem a Helô da Plaza?


Raphael: Porque a gente precisa entregar um atendimento que seja também educativo, orientativo e que aprenda junto com o cliente.


Raphael: Então acho que esse cuidado é um cuidado que você consegue passar no dia a dia para os clientes e aí que você tem essa reciprocidade quando você sente que as coisas estão indo bem.


Raphael: Agora, tem imobiliário, Helô, que eu me lembro, que a gente já falou juntos, inclusive, né?


Raphael: Helô trabalha direto comigo aqui, galera, em algumas contas, né? Tem imobiliária que entrou na Maya.


Raphael: E deu tudo errado, né?


Raphael: Se deu tudo errado, teve alucinação, teve problema, teve bug, teve erro de interpretação do próprio cliente, teve o corretor de imóveis não aceitando.


Raphael: E aí passa um tempo, a gente não desiste daquele cliente, a gente fica ali, etc.


Raphael: E aí a gente fala hoje com esse cliente e ele diz, pô, tá tudo funcionando uma beleza aqui e tal.


Raphael: Como é que é essa sensação de pegar esses clientes que parecia que tudo ia dar errado e no final deu certo?


Heloísa: É uma sensação maravilhosa, né?


Heloísa: Porque hoje a gente tem casos muito legais que... Foi exatamente isso que você falou, passou pelo caos.


Heloísa: E aí todo mundo, tipo assim, não vai dar certo. E hoje tá rodando, tá rodando bem.


Heloísa: E eu acho que entra muito com o que você acabou de falar, Raphael.


Heloísa: Eu acho que ter o acompanhamento próximo é muito importante.


Heloísa: Porque a gente acaba entendendo a dor da imobiliária, né.


Heloísa: Eu acho que você tem que ter um pouco de empatia, porque é um processo novo.


Heloísa: Claro que, que nem a gente acabou de falar, vai ter bug, vai ter alguma coisa ou outra que a gente precisa ajustar.


Heloísa: Mas quando a gente tá com o acompanhamento próximo, a gente entende o que tá doendo, né?


Heloísa: O que a gente precisa arrumar. E a imobiliária, ela precisa se sentir assistida.


Heloísa: Porque no final, é o gerador de negócio ali dentro, né?


Heloísa: Então, quando a gente vê que tá tudo bem, que tá tudo ok, e aí a gente recebe um feedback positivo.


Heloísa: E a gente olha lá pra trás e fala assim, poxa vida, foi uma conta que...


Heloísa: A gente ficou com medo, será que ia? E eu acho que é uma sensação maravilhosa.


Heloísa: No geral, acredito que assim, é muito de adaptação. Mas podem acontecer falhas técnicas.


Heloísa: Mas eu acho que o que é o nosso diferencial hoje é ter ali a proximidade pra entender o que tá acontecendo.


Heloísa: E a imobiliária se sentir assistida no sentido que a gente vai resolver.


Heloísa: A gente vai transformar aquela adaptação num resultado legal ali no final.


Heloísa: E é o que acontece na minha parte dos casos.


Raphael: Legal demais.


Raphael: Você falou a respeito de proximidade e uma coisa que a gente não consegue fazer em escala, mas que a gente faz pontualmente é ir até o cliente, né?


Heloísa: Sim, e faz muita diferença.


Raphael: Presencialmente, as coisas são diferentes do que à distância, né?


Raphael: Então, muitas vezes, as coisas não estão sendo resolvidas ou tem muita dúvida, você sempre propõe, tipo, eu vou até aí, né?


Raphael: Você vai lá, faz um treinamento, conversa e tudo mais.


Raphael: Você que não tinha tanta vivência de imobiliária antes da Plaza, o que são as coisas mais legais que você já viu visitando as imobiliárias?


Heloísa: Perfeito. Achei... adorei o ponto.


Heloísa: Eu lembro que quando eu vim pra Plaza, uma das primeiras semanas, o Raphael falou pra mim assim, você tem que ir numa imobiliária.


Heloísa: Porque você não vai conseguir ajudar a imobiliária se você não souber o que a imobiliária tem, o que a imobiliária precisa.


Heloísa: Eu adoro visita presencial, sou suspeitíssima a falar.


Heloísa: Eu acho que o mais legal, assim, na imobiliária é você ir e você entender o que se passa na operação deles.


Heloísa: Porque a gente tá ali, às vezes, a gente faz muita call.


Heloísa: Eu faço muita call com cliente, ligo muito, tô ali.


Heloísa: Às vezes, tem cliente que eu falo todo dia, o tempo todo.


Heloísa: Mas quando você tá ali dentro, você sabe exatamente o que a imobiliária precisa, o que acontece ali.


Heloísa: E aí você encontra várias formas de ajudar ou de otimizar o que a gente já tem ali dentro, simplesmente por uma visita, por conhecer o processo, entender que apesar de a gente estar no mercado, que é o mercado imobiliário, nosso produto é pra isso, cada imobiliária vai ter um jeito, cada imobiliária tem um processo.


Heloísa: Cada cidade vai ter uma forma de trabalhar.


Heloísa: Eu acho que o mais legal pra mim das imobiliárias é isso, assim.


Heloísa: E fora que cada vez que a gente vai, é uma recepção diferente.


Heloísa: É sempre uma delícia conhecer as imobiliárias.


Heloísa: Às vezes você fala com o cliente ali, durante vários meses.


Heloísa: Quando você chega lá dentro, você fala...


Heloísa: Poxa vida, apesar de a gente trabalhar com IA também tem um monte de gente aqui em volta, tem...


Heloísa: E eu acho que traz essa percepção, né.


Heloísa: Porque a gente, apesar de a gente trabalhar ali com a IA, que a gente fala muito, são pessoas, né?


Heloísa: São pessoas ali preocupadas em fazer isso acontecer. Então, eu acho que é isso.


Raphael: Que legal, isso é muito legal. E eu acho que essa provocação é uma provocação real.


Raphael: Se você vai atender imobiliária e você não conhece de imobiliária, se você vai criar produto pra imobiliária e você não conhece de imobiliária, você não vai pra rua, você não conhece, você não convive com corretor de imóveis, você não sabe como é que são as dores, etc.


Raphael: Você não vai conseguir fazer um bom produto, você não vai conseguir fazer um bom atendimento, você vai ter muita dificuldade de entender as nuances.


Raphael: Então acho que você é uma pessoa que muito cedo entendeu essa dinâmica e por isso se apropriou dessas visitas presenciais que te ajudaram nesse processo.


Raphael: Então isso é muito legal. Helô, agora também tem cliente bravo, né?


Heloísa: Temos.


Raphael: Tem, né? Temos clientes bravos, né?


Heloísa: Temos clientes bravos.


Raphael: Vou falar o nome aqui. Não, brincadeira. Não vou, não. A gente tem algum.


Raphael: Se eu falar o nome, a Ju corta, né? Se eu começar a falar o nome aqui, a Ju tira do episódio.


Raphael: Mas assim, a gente tem cliente que sobe a temperatura, porque acontece um problema, ou às vezes um erro de interpretação, ou às vezes acontece um problema que um corretor não tá entendendo o que tá acontecendo, isso cria na imobiliária uma pressão, e aí chega esse cliente ali no telefone, no WhatsApp, de alguma maneira, temperatura lá em cima.


Raphael: Pensando você como especialista em atendimento ao cliente, né?


Raphael: Como é que a gente tem que lidar quando o cliente tá num nível de temperatura alta?


Heloísa: Eu acho que o primeiro ponto, Raphael, é que ninguém tá bravo, né, por alguma coisa que não aconteceu.


Heloísa: Então, acho que a primeira coisa é escutar o que o cliente tem pra falar.


Heloísa: Porque não adianta eu tentar resolver sem entender qual é a dor dele.


Heloísa: E entender qual foi a motivação da temperatura estar mais alta.


Heloísa: Vão ter casos que realmente foram erros. Às vezes é só uma falta de interpretação.


Heloísa: Mas se você não tá aberto a escutar o que o cliente tem pra falar você não vai conseguir resolver.


Heloísa: Então a abordagem é sempre a mesma, você escuta, deixa falar o que é isso e depois fala, vamos lá.


Heloísa: Mesmo que seja um problema, a gente tá ali pra ajudar.


Heloísa: No final do dia, o que eu preciso fazer é entregar o que o cliente precisa. É escutar com calma, né?


Heloísa: E tentar achar uma solução.


Heloísa: Eu acho que, normalmente, a gente sempre fala muito sobre isso, de escutar um pouco com empatia, porque é o negócio dele.


Heloísa: Então, assim, se tiver qualquer problema, vai impactar no negócio do cliente.


Heloísa: Então, eu acho que tá aberto a escutar o problema e encontrar, e tranquilizar, no sentido de que, assim, a gente tá aqui pra achar uma solução, a gente não tá jogando contra, a gente vai, se tiver qualquer coisa, a gente vai resolver e, no final, olha, de todos os clientes bravos que a gente tem, eu acho que eu nunca terminei uma conversa com alguém não dando mais uma acalmada, já encaminhado.


Heloísa: Porque você mostra que você sabe o que você tá fazendo, né.


Heloísa: Se tiver qualquer problema, a gente vai achar uma solução, a gente tem um time pra fazer isso.


Heloísa: Então, eu acho que é essa a abordagem.


Raphael: Você usou uma palavra boa, você falou empatia, né? Empatia pra ouvir, né?


Raphael: A gente tem na Plaza um lema que é transformar cliente em fã, né?


Raphael: Não dá pra transformar cliente em fã se você não tiver empatia, né?


Raphael: Então, às vezes, nessa história de atendimento, às vezes a gente mesmo vai ligar pra, sei lá, a internet não tá funcionando, ou o meu telefone, a conta veio errada, a gente vai ligar num serviço de atendimento ao cliente, e a gente liga com a temperatura alta, muitas vezes.


Raphael: E aí você tá bravo, nervoso e tal.


Raphael: Se a pessoa do outro lado da linha não tentar ter empatia primeiro pra te entender, dificilmente ela vai conseguir prestar um bom atendimento.


Heloísa: Com certeza.


Raphael: Porque não vai ser acolhedor, não vai ser resolutivo.


Heloísa: Com certeza.


Raphael: Então acho que essa palavra sintetiza bem.


Raphael: Eu acho que é uma virtude que todo mundo que trabalha com atendimento ao cliente deveria ter, independente se é mercado imobiliário, inteligência artificial ou seja lá o que for.


Heloísa: E a dor do outro, a gente também tem que entender que a dor do outro, ela é diferente da nossa.


Heloísa: Pode ser que talvez ali, às vezes o cliente vai trazer um problema que você sabe que não é tão grande, mas existe um impacto ali dentro.


Heloísa: Então, você precisa entender o que tá acontecendo.


Heloísa: Porque se você não sabe o que dói no cliente, você não vai conseguir resolver nada.


Heloísa: Então eu acho que é se colocar também no lugar, sabe? Porque você pode ter 50 clientes na carteira.


Heloísa: Mas se um cliente ali dentro tá com problema você precisa entender o que ele precisa, como que você vai conseguir ajudar.


Heloísa: Eu acho que você saber escutar no atendimento ao cliente é muito importante.


Heloísa: Isso não só na resolução de problemas, né. Eu acho que até você estar no comercial sabe disso.


Heloísa: Se a gente não consegue escutar o que o cliente precisa você nunca vai conseguir achar solução nenhuma, né.


Heloísa: Eu acho que é muito nessa linha aí que... A gente gosta de atender e lidar com o dia a dia.



Raphael: Como que é importante, na sua visão, no atendimento ao cliente, o nosso drive de orientar o cliente à mudança?


Raphael: Como que, de forma prática, a gente pode estimular o cliente a pensar que, pra você ter resultados diferentes, você tem que fazer coisas diferentes?


Raphael: Porque fazendo a mesma coisa, você vai chegar no mesmo lugar.


Raphael: Como que é isso no atendimento ao cliente?


Heloísa: É, eu acho que assim, Raphael, quando você... Apesar da IA estar... Agora a gente, todo mundo fala sobre.


Heloísa: É uma coisa muito nova, né.


Heloísa: E se a gente parar pra pensar no atendimento ao cliente hoje ele é muito diferente de 10 anos atrás, 20 anos atrás.


Heloísa: E se a gente for parar pra pensar, todo mundo foi se adaptando ao longo dessa jornada, né.


Heloísa: Há um tempo atrás, você não imaginava que atendimento você compraria via um site.


Heloísa: Você faria uma compra virtual dentro de um site.


Heloísa: O próprio mercado imobiliário, antes você não tinha. O anúncio de imóveis era via jornal.


Heloísa: você não tinha site, você não tinha portal.


Heloísa: E a gente tem a estrutura que a gente tem hoje através de mudanças que aconteceram.


Heloísa: Então, dentro da IA, eu acho que quando a gente olha pra dentro do processo imobiliário, por exemplo, eu acho isso muito em acompanhamento de conta, né?


Heloísa: Quando você olha ali, às vezes, pro macro.


Heloísa: Poxa vida, às vezes você faz atendimento de 2 mil leads, uma pessoa não consegue fazer atendimento de 2 mil clientes dentro de um mês.


Heloísa: É assim, é quase que impossível, a não ser que a pessoa esteja ali dedicada a fazer aquilo ali 24 horas...


Heloísa: Também ninguém consegue.


Heloísa: Então, eu acho que é você olhar quando a imobiliária, você consegue ter aproximação, ao ponto da imobiliária ver como é o processo dela sem a IA.


Heloísa: E ela olha pra IA ali dentro do processo e vê o impacto que aquilo gera, a mudança acontece de forma sutil, assim, sabe?


Heloísa: A gente como cliente hoje, né, a imobiliária como cliente, é atendida por IA dentro de outros lugares, tem essa experiência que há anos, vou nem dizer muitos anos, há pouco tempo atrás a gente não imaginava.


Heloísa: E quando isso começa ali a ser mais concreto, quando começa a amadurecer, eu acho que... E assim, eu não vejo a mudança dentro da imobiliária, na implantação da IA.


Heloísa: como uma mudança que demora muito pra ser feita, assim, sabe?


Heloísa: Eu acho que o benefício é tão rápido, que às vezes a imobiliária acha que vai demorar meses pra se adaptar.


Heloísa: E depois de semanas, a imobiliária já tá assim... Como que eu vivi sem isso antes?


Heloísa: A gente tem um cliente, né, que eu tava conversando esses dias atrás, ela falou pra mim, a gente fez uma reunião de acompanhamento, ela falou, Elo, eu não sei como que eu fiquei sem a Maya.


Heloísa: Eu também não sei. Porque é diferente, né, Raphael, se você vai pra pensar.


Heloísa: Então, eu acho que é dessa forma, hein.


Raphael: Pô, me fala uma coisa.


Raphael: Que recado você daria pra uma imobiliária que acha que inteligência artificial não muda o jogo e não ajuda a imobiliária a prosperar?


Heloísa: Você vai ficar pra trás, você vai ficar pra trás.


Heloísa: Eu acho que a gente tem muitos cases de sucesso aí pra provar o quanto que a inteligência artificial, ela não entra como uma mudança no processo, mas sim um adicional ali dentro, sabe?


Heloísa: O quanto que você pode usar pessoas, as pessoas ainda vão ter o valor delas.


Heloísa: Acho que a IA vem para otimizar.


Heloísa: A gente coloca pessoas para fazer o que elas precisam, enquanto a IA está atendendo, está gerando valor ali dentro do seu negócio.


Raphael: A gente já vai chegando aqui no final do nosso papo.


Raphael: Uma coisa que eu queria explorar nesse último pedaço aqui da entrevista é um pouco de como lidar com a rotina do atendimento ao cliente, porque são muitos clientes pra atender, são muitos canais pra atender.


Raphael: Tem cliente que liga, tem cliente que manda e-mail, tem cliente que manda WhatsApp, tem cliente que manda áudio, tem cliente que manda mensagem no grupo, tem cliente que manda mensagem no particular, tem cliente que manda no chat, na plataforma.


Raphael: Então são muitos assuntos diferentes, são momentos de clientes diferentes, e você tem que lidar ali com essa rotina de administrar o tempo pra conseguir dar conta de tudo e, ao mesmo tempo, manter a energia alta, manter sempre o sorriso na voz, a empatia que você comentou.


Raphael: Como é que você faz aí pra se equilibrar e você conseguir manter os pratinhos girando?


Heloísa: Olha, Raphael, eu acho que assim, principalmente organização, né.


Heloísa: Tem que ter um mínimo ali de organização no dia.


Heloísa: Tem que saber exatamente o que eu tenho pra fazer, definir prioridades.


Heloísa: Mas eu acho que a questão da energia, que foi o que você comentou, quando você acredita muito no que você tá fazendo é uma coisa que é reflexo, assim, você não precisa se esforçar muito.


Heloísa: E eu acho que no final do dia o resultado é sempre o mesmo, eu acredito no que eu faço.


Heloísa: É muito difícil finalizar um dia assim, sem você não ter conseguido resolver muita coisa, ter conseguido ajudar muito cliente ali durante o dia.


Heloísa: Eu acho que isso é um gás pra que no próximo dia você esteja ali de novo, você se organiza, você define prioridad

e.

Heloísa: E assim, a gente vai mantendo o dia a dia.


Heloísa: Acho que aqui na Plaza também, os clientes já conhecem que a gente não tem tempo ruim.


Heloísa: Se precisar parar em um horário diferente pra resolver uma coisa que precisa, a gente vai fazer.


Heloísa: Eu acho que é isso, assim.


Raphael: Você falou duas coisas legais, né? Uma, você falou assim, uma coisa tem que ter organização.


Raphael: Então não dá pra ser só energia, né?


Heloísa: Só a energia não dá, né? Só a energia, a energia acaba.


Heloísa: Precisa da organização ali pra falar o que precisa, né?


Raphael: E você falou, poxa, a energia acaba ficando alta porque é difícil você passar um dia que você não tem a sensação de dever cumprido, né?


Raphael: E aí o propósito fala mais alto, e aí você consegue se energizar. Agora...


Raphael: Isso não é normal no atendimento ao cliente, né? Normalmente anota, não sei se...


Raphael: Tem algumas estatísticas que acompanham esse número, mas uma vez eu vi um número, se eu não me engano, a Exame, que noticiou, que anota o NPS do atendimento ao cliente no Brasil, de maneira geral, olhando para serviços, né, para serviço B2B era um NPS de 6, o que é um NPS baixo, que ele não é, ele não chega a ser, é a mudança do detrator, do neutro para detrator, né, então o comum não é você ter empatia, o comum não é você ter o propósito comum e você ter pessoas cansadas, que estão ali trabalhando às vezes na risca, atendendo o telefone ou atendendo o WhatsApp, querendo se livrar do problema, né?


Heloísa: Sim.


Raphael: E acho que o segredo, talvez, pra não cair nessa cilada, é justamente validar sempre o propósito, né?


Raphael: E se organizar bem pra que seu dia não seja estressante, né?


Heloísa: E assim, Raphael, eu acho que o cliente final, ele sabe disso, ele sente isso.


Heloísa: A gente tem muito feedback nesse sentido. A gente acredita no que a gente entrega. Então, a gente...


Heloísa: Não é só a questão de entregar uma IA. A gente entrega um produto que faz sentido.


Heloísa: A gente sabe pelo que a gente criou, qual foi a motivação. E o cliente sabe também.


Heloísa: Então, quando você finaliza um dia ali que você...


Heloísa: Pode ser uma demanda que eu vou finalizar no outro dia, que eu não consegui resolver.


Heloísa: Mas eu consegui resolver várias outras. Tem muito cliente feliz, tem muito cliente que tá contente.


Heloísa: Então eu acho que o cliente final, ele sente quando ele tá sendo bem entendido.


Heloísa: É um diferencial nosso, a gente escuta isso o tempo todo. Então...


Heloísa: Não só no time de cliente, mas eu acho que na Plaza, a gente tá alinhado pro mesmo propósito.


Heloísa: A gente sabe que no final é transformar cliente em fã, é entender problema.


Heloísa: E acho que é por isso que isso funciona bem no time de uma forma geral, assim, sabe?


Raphael: É, eu acho legal falar sobre isso aqui, porque as imobiliárias também fazem atendimento ao cliente.


Heloísa: Sim.


Raphael: Então os nossos clientes, apesar de a nossa relação com ele ser uma relação de fornecer a inteligência artificial e

a nossa plataforma de atendimento, o cliente lá na ponta também faz atendimento.


Raphael: E aí quem tá ouvindo aqui a nossa audiência, que muitas vezes tem o dono da imobiliária, mas também tem a pe

ssoa que atende, também tem o corretor, essa pessoa também tá ali atendendo o telefone, atendendo o WhatsApp, lidando com o cliente, que seja o cliente depois da IA.


Raphael: Então, acho que esse drive é legal, porque muitos clientes sempre me falam assim, poxa, a Helô é incrível, nossa, eu adoro a Helô, o atendimento é incrível, etc.


Raphael: E achei importante a gente conversar sobre isso aqui, pra levar um pouco dessa energia que você coloca nos atendimentos também para os nossos clientes e para toda nossa audiência aí que acompanha o Maya Talks.


Heloísa: E eu acho que é um efeito dominó, Raphael. Eu acredito que isso é um efeito dominó.


Heloísa: Se a imobiliária procura e faz o atendimento dos clientes dela e ela tem um bom atendimento isso vai refletir no atendimento que a imobiliária dá pro cliente dela.


Heloísa: Eu acho que gera uma cadeia positiva, assim, de atendimento no geral.


Heloísa: Eu acho que da mesma forma que quando uma imobiliária procura a gente com problema ela tem, né, algo que ela precisa resolver.


Heloísa: A forma com que ela é recebida quando ela traz isso vai refletir na forma que ela vai lidar com os problemas lá dentro.


Heloísa: Então, às vezes, não é só alguém que veio trazer um problema aqui.



Heloísa: É uma pessoa que tá tendo outras coisas lá dentro, que precisa resolver.


Heloísa: Então eu acho que ela se sentir recebida, ela se sentir ouvida, se sentir que tem alguém fazendo algo pra resolver o problema dela, ela consegue também dar vazão nas demandas ali dentro.


Heloísa: as outras demandas que ela vai ter, de uma forma mais tranquila, sem precisar se preocupar de que a gente não vai estar olhando praquilo.


Heloísa: Então, eu acho que é uma positividade compartilhada, assim, sabe?


Heloísa: Então, eu acho que isso faz muito sentido ali no final do dia.


Raphael: Muito legal. Helô, muito obrigado de você topar o convite de vir aqui no Maya Talks.


Heloísa: Eu que agradeço.


Raphael: É um prazer dividir mais esse espaço com você aqui.


Raphael: Parabéns pelo trabalho que você vem executando na Plaza. A gente sempre fala isso pra você.


Raphael: E também é um reconhecimento dos nossos clientes.


Raphael: E a última pergunta que eu faço todo episódio, ou fiz em quase todos, né, Ju?


Raphael: Se você tivesse que dizer uma coisa pra Maya, manda um recado pra Maya aí.


Heloísa: Maya. A Maya é o amor da minha vida, gente. É difícil! Mas eu acho que...


Heloísa: Obrigado pela transformação que ela tem feito dentro do mercado.


Heloísa: Dentro da minha própria vida pessoal, né. Eu acho que é um carinho especial pra essa loira, gente.


Heloísa: E que ela ainda tem um potencial gigante pra ajudar muito a imobiliária dentro do Brasil.


Heloísa: E quem sabe no mundo também. Então é isso, acredito no... Muito legal! Nosso potencial.


Raphael: Bom, Helô, obrigado mais uma vez. E pra você aqui que acompanha o Maya Talks, fica aí de olho.


Raphael: Tem mais episódios a caminho. É um prazer estar aqui com vocês. Um abraço. Valeu!










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