Maya Talks #14 – Performance imobiliária na prática: a visão da Valoriza Imóveis | Herts Silva
Raphael: Fala, galera! Estamos começando mais um Maya Talks.
Raphael: Você aí, nossa audiência, que está acompanhando, esse é o 14º episódio dessa temporada.
Raphael: A gente vai fazer 20 episódios na primeira temporada, trazendo aqui pessoas como o convidado de hoje, que eu já vou apresentar, mas pessoas que estão escrevendo história diferente no mercado imobiliário, usando tecnologia, gestão, habilidade de vendas, e aqui é um papo descontraído pra gente falar de mercado imobiliário.
Raphael: Então hoje eu estou aqui com o Hertz, é um baita prazer te receber aqui, eu vou pedir para você se apresentar já, mas o Hertz é o fundador da Valoriza Imobiliária, cliente nosso em Sorocaba, nosso parceiro, mas também uma potência que vem crescendo muito nos últimos anos lá em Sorocaba, nós vamos falar um pouco sobre isso.
Raphael: Por favor, se apresenta aí, seja bem-vindo.
Herts: Valeu, Raphael, valeu a todos da audiência do Maya Talks, é um prazer estar aqui com você.
Herts: Muito obrigado pelo convite e um prazer falar daquilo que a gente já vivencia muito bem já há quase 12 meses.
Raphael: Que legal, cara.
Raphael: É muito legal a gente ter esse espaço aqui pra encontrar os parceiros, encontrar os amigos, e aqui a gente acaba descobrindo coisas que a gente não sabia.
Raphael: Então às vezes a gente sabe das empresas, se fala no dia a dia, mas a gente não faz perguntas que a gente tem curiosidade de saber.
Raphael: Tipo, eu quero saber aqui pra começar, cara, por que valoriza e como é que começou esse sonho?
Herts: Cara, vamos lá.
Herts: O nome pra gente, quando a gente decidiu sermos uma empresa, sermos um time, é algo que estava muito atrelado aos nossos valores, aquilo que a gente queria comunicar para o mercado.
Herts: Então a gente entendeu, num estudo, que a gente precisava ser um tripé.
Herts: A primeira valorização vem dos colaboradores internos. A gente tem ações dentro da Valoriza hoje.
Herts: onde a gente trabalha todo esse pilar de relacionamento, de importar, é muito forte o nosso endomarketing, valorização de clientes, obviamente, o cliente tem que estar no centro das nossas ações, então a gente entendeu isso que para ter uma relação longa, uma relação duradoura, você precisa colocar, de fato, o cliente no centro.
Herts: E, por fim, a gente alinha isso com o mercado imobiliário.
Herts: Mercado, por mais que a minha pretensão seja moradia, a gente sabe que investir no mercado imobiliário é um dos meios, é um dos canais de valorização.
Herts: Então, eu tenho esse tripé, colaboradores internos, clientes e a valorização de mercado, e aí que veio o nome.
Raphael: Que legal, que legal. É um bom insight, né?
Raphael: Principalmente, o que é mais curioso, é uma imobiliária nascer com um dos pés aí do tripé sendo valorização dos funcionários.
Raphael: Porque, cara, eu devo conhecer, sei lá, quase mil imobiliárias no país ao longo desses anos, que viaja pra cá, viaja pra lá, apresentando tecnologia.
Raphael: E, infelizmente, o mercado não é tão great place to work como deveria.
Raphael: As imobiliárias não são lugares onde as pessoas têm sonho de trabalhar.
Raphael: São poucas as empresas que pensam na mão de obra qualificada, valorizar esse capital humano.
Raphael: Quando eu conheci a história de vocês, foi por meio do Felipe, que foi teu corretor lá e foi meu vendedor no Vivo Real, já trabalhou aqui na Plaza, um abraço pro Felipe aí quando ele assistir.
Raphael: Mas o Felipe me falou uma frase que eu achei muito legal, ele falou, cara, eu tô aqui numa imobiliária que é a Valoriza, cara, é tipo uma startup.
Raphael: Cara, o cara montou aqui um negócio que é tipo uma startup, porque, meu, não tem a ver com uma imobiliária.
Raphael: Então foi assim que eu conheci, tive contato a primeira vez com você.
Raphael: Você tinha alguma inspiração pra começar a criar esse negócio?
Herts: Ah sim cara, vem de uma jornada né, eu tô no mercado há mais de 20 anos, comecei com 15 na verdade né, comecei como office boy numa mulher do meio tradicionalíssimo lá em Sorocaba e 18 fui pra corretor, com 20 anos já assumi minha primeira equipe, gerenciei uma empresa por 9 anos, em 2007 eu estartei a Valoriza né, então a inspiração veio dessa bagagem.
Herts: que eu tive, obviamente também eu olho muito para o mercado nacional e internacional, me inspiro em muitas
imobiliárias, em outras companhias também de diversos segmentos.
Herts: Então é um misto de tudo e que a gente traz e fala, cara, o que combina comigo?
Herts: Quem é um parceiro que vai se associar a Valorize Imobiliária? O que ele busca?
Herts: O que é o ganha-ganha?
Herts: Então inclusive a gente, falei do ganha-ganha, que é um dos valores da Valorize, a gente tem 11, E um deles é o ganha-ganha.
Herts: Então, quando a gente formatou o nosso modelo de negócio, nós entendemos o seguinte, que tem que ser bom para o colaborador e tem que ser bom para a Valoriza.
Herts: Se é só bom para a Valoriza e não é bom para o colaborador, não faz sentido.
Herts: E vice-versa, é a mesma coisa.
Herts: Quando o colaborador entra cheio de interesses ou vai entrar, de repente, com o retorno da Valoriza porque fala assim, ah, eu quero ganhar máxima comissão.
Herts: Quem entra por dinheiro, sai por dinheiro. Então, a gente não oferece só, hoje, a melhor comissão.
Herts: A gente oferece um misto de possibilidades para esse corretor, desde estrutura, desenvolvimento pessoal, plano de carreira, né?
Herts: E aonde, de fato, ele possa crescer com a gente.
Raphael: Que legal, cara. Assim, muito legal. Qual é o tamanho do time de vocês lá hoje?
Herts: Hoje nós somos em 76 pessoas, nós temos duas agências de negócios lá em Sorocaba, nas principais avenidas, uma situada na Washington, que abrange a região sul de Sorocaba, e uma na região praticamente central, que pega o eixo também norte e região oeste.
Herts: A Valoriza hoje é mais especializada em residenciais, imóveis em condomínios, o nosso cliente é cliente, é o cliente da compra do segundo imóvel.
Raphael: Entendi.
Herts: Então a gente atua muito no médio e alto padrão.
Raphael: Legal. E Sorocaba é uma cidade que tá na hype, né?
Herts: Tá na hype.
Raphael: Tem o negócio do Prefeito Influencer.
Raphael: Mas Sorocaba, até antes do Prefeito Influencer, já vinha crescendo muito.
Raphael: Muito por causa da localização estratégica, tá muito colado ali em São Paulo, né?
Raphael: Alphaville, Barueri. As rodovias de acesso, né?
Raphael: São rodovias que têm prêmio de melhores rodovias do país, etc.
Raphael: Como é que tá o mercado lá em Sorocaba agora em 2025?
Raphael: É muita gente vindo de fora ainda ou tem muito mercado interno comprando?
Raphael: Como que vocês sentem na prática o comportamento do consumidor? É misto?
Raphael: Como é que vocês sentem isso?
Herts: Bom, apesar de Sorocaba estar na hype, como você disse, de fato o nosso prefeito tem feito um bom trabalho, é um marqueteiro de primeira.
Herts: Sorocaba sempre atraiu muitas pessoas da capital e outros estados escolhendo a cidade para se residir, para se morar.
Herts: Ela sempre teve essa atração. A Sorocaba é muito acolhedora.
Herts: A Sorocaba, pela sua característica, uma delas está muito próximo da capital, ela oferece aquela cultura do interior, Aquele ambiente mais calmo, mas ao mesmo tempo com infraestrutura.
Herts: Então, Sorocaba sempre foi uma das opções para as pessoas que desejam um bom local para se viver.
Herts: Eu falo isso porque eu acompanho isso já há mais de 15 anos.
Herts: E a gente sempre recebeu, inclusive o Paulo Stano da Capital, que busca o interior como refúgio.
Herts: A gente está falando aqui de Vinhedo ou Valinhos?
Raphael: Vinhedo, aqui é Vinhedo.
Herts: E eu acho que deve ser muito parecido, é o refúgio ali do paulistano aos finais de semana e Sorocaba é a mesma coisa, a gente tem ali no nosso entorno, na nossa região, chácrinhas, lotes de mil metros, muitos condomínios, então a gente recebe o próprio paulistano e outras pessoas também de outras capitais hoje que migraram para Sorocaba.
Raphael: Pô, muito legal.
Raphael: Acho que pra criar essa engrenagem, né, que é capaz de atender uma pessoa que tá vindo de fora, né, eventualmente...
Raphael: Acho que um dos principais aliados é a tecnologia, né?
Raphael: Porque quem tá vindo de fora de uma cidade, tá migrando de cidade, como foi o meu caso, né?
Raphael: A gente tá aqui em Vinhedo, eu moro aqui em Vinhedo, mas eu sou de São Paulo, né?
Raphael: E quando você vai chegar em uma cidade nova, você não conhece muito, né?
Raphael: Então, o papel da imobiliária ou do corretor de imóveis, ele acaba sendo mais do que somente vinculado ao imóvel, ele acaba sendo vinculado à mudança de vida efetivamente, que você vai nutrir aquela pessoa, vamos falar de colégio para as crianças, vamos falar de supermercado, vamos falar de restaurantes, vamos falar onde que é perigoso, não é bom você ir, no fim o corretor acaba sendo a pessoa de confiança desse processo.
Raphael: E a tecnologia acaba sendo o catalisador porque você está lá em São Paulo, você precisa ver o imóvel, você começa vendo onde?
Raphael: Você começa a ver digitalmente, você começa a ver no tour, você começa a ver vídeo, foto, começa a se identificar pelo Google Maps.
Raphael: Então, nesse processo, você está há 20 anos de mercado imobiliário, você viu muitas revoluções tecnológicas acontecerem naturalmente.
Raphael: Momentos e momentos.
Herts: Total, cara. Total.
Raphael: Como é que você entende o papel do dono de imobiliária nesse processo?
Raphael: É melhor esperar a tecnologia pegar o breu ou é melhor estar na vanguarda?
Raphael: Como é que você entende esse negócio?
Herts: Sem sombra de dúvida, é melhor estar na vanguarda.
Herts: A gente precisa, de fato, entender esse movimento. A gente precisa entender o consumidor.
Herts: A gente precisa estar antecipando tendências, antecipando necessidades desse consumidor para que você possa, de fato, oferecer o melhor para ele, a melhor qualidade, a melhor experiência para que, de fato, você consiga estar na frente.
Herts: Essa é uma premissa muito básica hoje.
Herts: Então, você entender como é que o consumidor pensa, o que ele precisa, quais são os próximos passos para ele amadurecer.
Herts: A gente está falando aqui de cidades que as pessoas pesquisam para se morar.
Herts: Então, por que não você mapear essa possível jornada dele trazendo soluções, trazendo conteúdo, trazendo informação pra que ele, de fato, amadureça a decisão pela cidade e depois, na sequência, decidir ali pelo imóvel.
Raphael: Perfeito, cara. A história de estar na vanguarda, tem um ditado que fala que... Tem dois nomes, né?
Raphael: Tem o pessoal que fala que quem chega primeiro bebe água limpa ou quem chega primeiro bebe água fresca.
Raphael: No fim, tem o lado de quem chega primeiro, tá na vanguarda, você vai aproveitar mais cedo o resultado daquela tecnologia.
Raphael: Por outro lado, você tem que ser mais early adopter, você tem que estar mais disponível a testar, a pilotar, a colocar as coisas pra funcionar, a fazer teste AB, e acho que no fim é um pouco assim com a Maya, né?
Raphael: A Maya que é a nossa convidada aqui que fica no fundo de tela, a Maya que é uma agente de inteligência artificial trabalhando na Valoriza, evidentemente exigiu de vocês uma adaptação dos processos, da cultura, das pessoas.
Raphael: Como é que foi esse processo? Como é que foi a chegada da Maya na imobiliária?
Raphael: Contratou a Maya, começou a trabalhar, como é que foi esse negócio?
Herts: Bom, vamos lá. Como é que nós decidimos ter a Maya lá na Valoriza Imobiliária?
Herts: Primeiro, cara, hoje, sem IA, no meu modo de ver, a gente vê aí, eu converso com muitos donos de imobiliárias, com muitos corretores, enfim.
Herts: Quem tem uma operação de médio porte, grande porte, ou pequeno porte também, não importa o tamanho, mas chega num determinado momento, cara, até nos dias de hoje.
Herts: Hoje eu tenho muita dificuldade, um exemplo básico que acontece comigo.
Herts: Eu não consigo dar demanda de responder todas as minhas mensagens de WhatsApp.
Herts: Então eu passo dias, às vezes, com pendência de resposta, cara. E em razão de quê?
Herts: Eu acho que se acontece isso comigo, deve acontecer com a maioria das pessoas.
Herts: Excesso de grupos, às vezes você deixa o seu contato aí com muitas pessoas, que combina ali com as suas atividades diárias.
Herts: Então, na hora que você vai ver, cara, com redes sociais, que você também tá transitando em redes sociais.
Herts: Então, a gente hoje é múltiplas tarefas, né, cara? Você tem que dar conta de diversas coisas.
Herts: E quando a gente olha isso, quando você quer performar melhor, tá atrelado a trazer experiência ali positiva para o seu
cliente, atender ele mais rápido, não tem hoje como você seguir um processo eficiente sem pensar em auge.
Herts: Então quando a gente se deparou que mesmo tendo um time comercial, corretor ali na ponta, a estrutura da Valoriza hoje tem também um time de SDRs. Eu.
Raphael: Ia perguntar, tinha SDR e uma equipe física.
Herts: Tinha uma equipe de SDR física com quatro pessoas, atendendo exclusivamente a área comercial de vendas, venda e compra.
Herts: Ainda assim, a gente consegue prestar um bom atendimento rápido, falando com um time de SDR, no horário comercial.
Herts: Mas após o horário comercial, que é um dos indicadores quando a gente acompanha, está maior concentração de entrada dos leads, ou seja, às 8 horas da noite, 9 horas da noite, é hora que de fato o cliente está lá na casa dele, pesquisando ali uma nova opção de imóvel, é hora que ele tem tempo para falar, sabe?
Herts: Se você não pensar, se você não estiver disponível para poder fazer essa primeira interação com o cliente, o que adianta você ter um time de SDR?
Herts: O que adianta você ter um time comercial, mas se você não falar no tempo do cliente?
Herts: Não adianta nada. Então, aí que veio a solução.
Herts: Falou, cara, não, a gente precisa escalar isso, cara, não adianta mais a gente pensar num processo eficiente, ainda mais com um time de 35 corretores que hoje tem, como é que você cria a padronização?
Herts: Por mais que você treine, você desenvolva, cada corretor, obviamente, nosso, tem o seu modelo.
Herts: Tem gente que vai até às 19 horas, por mais que a gente ensine uma prática diferente, ele fala, cara, até às 19 horas, porque também tem outros a fazer isso.
Herts: Então, pensando numa padronização, numa melhoria, casou aí com a Maya, casou com a IA, que hoje tem sido muito eficiente pra gente.
Raphael: Que legal, cara.
Raphael: Eu vejo que, assim, no começo, quando a gente começou a Maya, tem uma história que me marcou, que a Maya atendeu um lead de madrugada, perto das três da manhã, numa imobiliária no ABC Paulista.
Raphael: E aí a pessoa não compreendeu que era a Maya, né? Isso acontece muito, né?
Raphael: A pessoa começa a conversar e não entende, né? Ela acaba falando de forma bastante humana e tal.
Raphael: E a pessoa disse, olha, eu queria ver um imóvel. Era pra aluguel, né?
Raphael: Ela falou, eu queria ver um imóvel pra alugar e tal. E aí a Maya começou a responder.
Raphael: E aí o cara respondeu assim, falou, olha, desculpa, eu não imaginava que você ia responder agora.
Raphael: Eu só mandei mensagem agora porque eu sou guarda municipal.
Raphael: E agora, eu tinha um tempo aqui, eu mandei mensagem, mas eu imaginei que eu ia deixar a mensagem e ia ver só amanhã, que é normalmente como eu tô acostumado a fazer as coisas.
Raphael: Então se você quiser dormir aí, fica tranquilo. E aí a Maya respondeu e falou, não, por mim, tô à disposição.
Raphael: E aí ele achou aquele atendimento, ele falou, pô, isso é super inclusivo.
Raphael: No fim, ele não entendeu que era uma tecnologia, mas ele se sentiu até acolhido.
Raphael: Você vê que as pessoas têm rotinas tão individuais, né?
Raphael: Então, pô, você pega lá, o cara é guarda municipal, tá na madrugada.
Raphael: Tem lá um hospital lotado de gente. Então, os horários realmente não são padrão, né?
Raphael: Às vezes a gente olha com a nossa régua, né?
Raphael: Fala, pô, eu acordo tal hora, eu faço tal coisa, eu durmo tal hora.
Raphael: Quem vai mandar mensagem tal hora? Pô, um monte de gente vai mandar, né?
Herts: Total, cara. Eu tô dando risada aqui porque acontece muito lá.
Herts: Eu acompanho muitas conversas e, de fato, é isso mesmo que acontece, cara.
Herts: Você vê os clientes, às vezes, que primeiro não se depara que você tá falando com uma IA.
Herts: E aí você fala, cara, não, não gostaria de incomodar, pode me responder amanhã.
Herts: Cara, é isso mesmo que acontece.
Herts: É incrível a qualidade hoje do atendimento da IA, que se parece muito com o humano.
Herts: Ou quando não, até, de fato, às vezes... O atendimento passa até a ser melhor que o humano.
Herts: Eu sou categórico aqui em dizer, cara. Esses dias um corretor me procurou...
Herts: Ele não é muito adepto à tecnologia, tá? É um dos nossos top performance lá.
Herts: E aí ele falou, cara, pô Hertz, tal, é...
Herts: Obrigado aí, cara, recebi um agendamento aqui da Maya e tô indo visitar, cara, uma permuta, tal, puta, puta atendimento que a Maya fez.
Herts: Eu falei, verdade. O que aconteceu?
Herts: Ah, não, o cara entrou interessado no imóvel X, aí a Maya perguntou ali em algum momento como que seria a composição do pagamento, aí o cliente respondeu que envolveria o imóvel como permuta, que é o pagamento isso e isso.
Herts: A Maya já pediu as características dessa permuta, pediu fotos se ele poderia compartilhar, o cliente foi compartilhando. E tô com todo histórico, já sei como o cliente vai pagar, já tá marcado e eu tô indo lá fazer a visita.
Herts: Que atendimento, cara!
Herts: E depois eu fiquei curioso e fui dar uma olhada, de fato, no histórico da conversa e eu falei, caraca meu, que precisão!
Herts: Eu tento treinar o nosso time há oito anos por um processo eficiente e eu não consigo padronizar.
Herts: E logo eu percebi ali que a Maya, cara, fez o passo a passo muito da forma que a gente esperava, cara.
Herts: E eu fiquei muito feliz com o atendimento.Raphael: Puxa, que legal. E o mais legal dessa história, eu acho, é ela ter vindo
do corretor.
Herts: Exato.
Raphael: Porque uma coisa que eu noto, e foi assim com todas as tecnologias que eu já ajudei a levar para o mercado imobiliário, o corretor é sempre uma ponta que ele costuma ser mais detrator de novas tecnologias.
Raphael: Ele começa negando, ele começa dizendo, é melhor não, é melhor não, isso aqui não funciona.
Raphael: Aí eu sempre escuto assim, aqui em Sorocaba é diferente.
Raphael: Aí eu vou para Curitiba, o cara de Curitiba vai falar, aqui em Curitiba é totalmente diferente.
Raphael: Não, isso aí só funciona em Porto Alegre.
Raphael: No fim do dia, o mercado imobiliário é diferente mesmo, cada geografia, mas o comportamento humano é igual.
Raphael: Então, no geral, o corretor é mais resistente à nova tecnologia.
Raphael: Mas quando ele adere, isso vira catapulta de resultado e prova efetivamente que tem, como provou para esse corretor falar, pô, eu estou vendo aqui, melhorou meu trabalho de fato, aí esse cara adota de vez a tecnologia.
Raphael: Então, achei muito legal isso ter vindo de um corretor.
Herts: Exato, cara.
Raphael: Isso é um diferencial legal.
Herts: Exatamente, é isso mesmo.
Herts: A gente, quando implantou a Maya lá, alguns, a minoria olha com bons olhos, né?
Herts: Mas a grande maioria é, pô, como será que ela vai atender? Ela não vai atender certo?
Herts: Puxa, vai prejudicar meu atendimento? Porque o corretor, ele quer ter o controle de tudo, né?
Herts: Ele quer estar na ponta, ele quer ali ter a sensação de querer falar com o cliente ou de quem, de fato, se houver uma interferência, como é que vai ser esse processo, se a pessoa vai ser, de fato, habilidosa ou quanto ele poderia ser.
Raphael: E no fim, eu brinco que, assim, eu sempre falo isso lá na Plaza, eu falo, o lead que veio e foi atendido, ele muitas vezes é entendido pelo corretor, não vale nada.
Raphael: Chega um monte de lead aí, tanto faz.
Raphael: Agora, o lead que eventualmente é mal atendido, é como se ele tivesse perdido uma venda.
Raphael: Então é como assim, e se esse cara fosse uma venda?
Herts: Tirou do meu bolso.
Raphael: Tirou do meu bolso. Aí ele já trata como se fosse o dinheiro tirado do bolso.
Raphael: Eu até brinco com algumas imobiliárias, que são clientes que eu conheço há muitos anos, aí eu digo assim, eu fiquei
muitos anos em portal imobiliário, que a gente estava falando aqui.
Raphael: Eu falo, poxa, quando eu vendi o lead para vocês, os leads não valiam de nada.
Raphael: Agora que a gente tá falando de Inteligência Artificial, você fala que os leads são o seu ouro, né?
Raphael: Então, no fim do dia, assim, o lead que não dá certo parece que é uma venda pronta, mas o lead que dá certo tá na
mão da equipe, às vezes o cara tá sempre preocupado com o próximo, né?
Raphael: Parece que o melhor lead é sempre o próximo, e aí essa história da Inteligência Artificial às vezes é entendida, como sendo um limitador, um filtro que não vai permitir o corretor a receber a quantidade de leads que ele gostaria.
Raphael: Então a gente, na Maya, tomou uma decisão, desde o começo, de não represar.
Raphael: Na verdade, ela qualifica, mas quem ela não qualifica, ela dá oportunidade pro corretor na ponta, e o corretor poder ir lá e fazer o trabalho dele.
Raphael: Assim, é uma maneira de ele não enxergar a IA como oponente, e enxergá-la como aliada, né?
Raphael: E no fim, eu queria te fazer uma pergunta disso, que assim, o dono da imobiliária, ele tem um papel meio catequista, né?
Raphael: Você precisa pegar o teu time, que é o teu time de confiança, que é o time que performa, é o time que vende, é o time que faz negócio, mas que quando você vai colocar uma nova tecnologia lá, ninguém quer.
Raphael: E o dono da imobiliária tem que ter um papel de, olha, peraí, deixa eu traduzir aqui o que eu tô enxergando.
Raphael: Como é que é esse processo aí de estar nesse papel?
Herts: Cara, a gente tem uma gestão, na verdade, no início muito democrática, com time menor, então a gente sempre conversou muito com a equipe das nossas necessidades, do que tá acontecendo.
Herts: Do que supostamente a gente poderia fazer para melhorar algo.
Herts: Então tudo que a gente implanta lá na Valoriza, entre erros e acertos, mas sempre a gente compartilhou muito com o time.
Herts: A nossa circunstância, a gente mede muitos dados hoje.
Herts: A gente mede, a gente trabalha muita performance, muita eficiência, a gente tem gestão compartilhada com o time.
Herts: Então, todo mundo que está lá dentro do nosso ambiente tem o objetivo de crescimento e desenvolvimento.
Herts: Então, partindo desse pressuposto, quando a gente traz algo, não é mais em achismo, em opinião, é algo pautado em dados, é algo pautado ali de que de fato tem um indicador demonstrando que a próxima fase nós seguir para o caminho X.
Herts: Então há uma venda ali primeiro para essa equipe, uma venda...
Herts: Para uma melhoria de consumo, uma ampliação de visão, uma melhoria de consciência, para que, de fato, a gente venha seguindo esse caminho de melhor performance, né?
Herts: Então, nessa relação que a gente tem aí, de fato, a equipe passa a entender muito melhor que, pô, não, realmente, acho que a gente realmente precisa disso.
Herts: Esse departamento vai ser bom, esse processo vai ser bom, essa tecnologia se inserir vai ser legal.
Herts: Então a gente tem esse processo lá interno muito aguçado com o nosso time e tudo é um teste, né?
Herts: Então antes tentando algo e aprendendo para ver se vai dar certo, do que não fazendo nada e ficar ali mobilizado, travado, sem ter a oportunidade de melhoria.
Raphael: Você ficar parado fazendo a mesma coisa que você sempre fez, é a certeza da inércia, né?
Raphael: Nada vai acontecer, né? Você trouxe um ponto que pra mim é crucial.
Raphael: Como é que você catequiza o time? Como é que você traz o time pra si? Não é a opinião do Hertz.
Raphael: É a visão do Hertz, mas embasado aqui com dados, com informação, com visão.
Raphael: E aí, contra fatos e dados não há argumentos, né? Então uma coisa é a opinião.
Raphael: Opinião eu posso ter uma, você pode ter outra.
Raphael: Se a gente pode ficar aqui três horas debatendo, eu posso não te convencer e você pode não me convencer.
Raphael: Agora, se a gente tiver um dado na mesa aqui, eu falo, não, mas tá aqui o número provado que a coisa é assim, é
assim assado.
Raphael: A opinião, ela cai por terra, né?
Herts: Exato. Existe uma máxima que diz, né? Se não temos dados, o que vale é a opinião.
Herts: E se é a opinião que prevalece a minha, né? E a gente tá tomando risco, ué.
Raphael: É verdade, cara.
Herts: Então, quando tem um colaborador, a gente fala, cara, a minha opinião é dados.
Herts: Porque se é dados, eu vou ouvir.
Raphael: Se tiver um dado pra trazer, tá certo. E essa história de dados, eu tava aqui na semana...
Raphael: Semana passada, não. Semana retrasada, a gente gravou com um convidado.
Raphael: E a gente falou a respeito de dados no seguinte sentido. Eu vou em muita imobiliária, né?
Raphael: E aí quando eu chego na imobiliária, às vezes o gestor, o dono da imobiliária vem e fala, pô, Rapha, olha que legal o meu dashboard.
Raphael: E aí, cara, o cara abre lá um Power BI cheio de gráficos, pô, é cor pra caramba, e barrinha, e coluna, e linha e tal.
Raphael: E eu falo, caramba, meu. Pô, legal pra caramba. Quantas visitas a Maya pré-agendou? Ou quantas...
Raphael: Como que tá a sua conversão de visita em venda? Puta, eu não sei.
Raphael: Peraí que eu não sei qual gráfico aqui é. E pô, aí começa e tal, não sei o quê.
Raphael: Parece que é muito dado, muito cruzamento, muito rocket science, mas falta o arroz com feijão, às vezes.
Herts: Bem feito.
Raphael: Bem feito, sabe?
Raphael: Falar, peraí, ó, imóvel, cara, eu capto imóvel bem, faço um bom relacionamento com o proprietário. Aí eu faço um bom anúncio, aí eu faço um bom trabalho de divulgação, eu trato bem meus leads, eu mensuro o atendimento, eu faço um
companhamento do funil e eu faço um fechamento de propósito.
Raphael: No limite, a esteira, ela é óbvia, né?
Raphael: Ela tem começo, meio e fim, e depois a manutenção desse cliente no tempo.
Raphael: Mas a pergunta aqui no fim que eu quero te fazer é como é que não ficar também deslumbrado demais com tudo que tem de tecnologia e começar a ficar aquele analista de dados vazios que não traduzem para a execução.
Raphael: Como é que é ter esse cuidado aí?
Herts: Cara, assim... E você já viu isso também? Já vi demais, demais.
Herts: Um monte de donos, imobiliárias, líderes aí implementando tudo que é tecnologia.
Herts: Não, aderi, implementa, daqui a pouco...
Herts: Daí, daqui a pouco, você fala, pô, e aí, cara, como é que está o resultado lá daquela nova implantação que você fez?
Herts: Pô, não, cara, já troquei, já mudei, já fiz isso, já fiz aquilo, mas fala, cara...
Herts: Porque, de fato, hoje tem muito recurso no mercado imobiliário de serviços.
Herts: Mas, cara, eu busco assim, no meu comportamento, eu busco muito início, meio e fim, que é o que você falou aí.
Herts: Uma coisa por vez, ter escala de prioridades, aquilo que é urgente, que é importante, porque, de fato, hoje, quando...
Herts: você vai fazer uma gestão imobiliária, tem várias pontas que são importantes ali, você tem como demanda pra fazer, mas você precisa priorizar, cara, eu mesmo, eu hoje não tenho uma pessoa especificamente de TI que vê as novas tecnologias, então eu sou essa frente aí, inclusive até por isso que o meu WhatsApp fica muito cheio, né?
Herts: Então, tudo que é anúncio, eu sempre tô de olho no mercado, sempre vendo. Por quê?
Herts: Porque faz parte da minha curiosidade, mas não quer dizer que eu vou implementar tudo nesse momento, dentro dessa hora.
Herts: Então, assim, acho que precisa existir uma escala ali de prioridade e, de fato, você fazer ali o arroz com feijão muito bem
feito.
Herts: Então, faz o MVP, implementa, acompanha, ou faz o PDCA ali bem feito, acompanha, checa, corrige, melhora.
Herts: Até a coisa, de fato, fluir para que depois você venha abraçar outra demanda ali e executar bem.
Raphael: Legal demais, cara. Acho que estamos super alinhados.
Raphael: Agora, a gente falou de começo, meio e fim, mas a Valoriza tem uma história legal.
Raphael: que eu já vi até...
Raphael: Se você pesquisar a Valoriza aqui no chat do GPT e perguntar o que o Hertz da Valoriza já contou por aí e tal, você vai ver que o chat do GPT vai te contar essa história.
Raphael: Ele vai dizer que a Valoriza é uma empresa que cresceu muito nos últimos anos porque ela sabe trabalhar muito bem a retenção de clientes no longo prazo, principalmente o inquilino, o relacionamento com o inquilino, a gestão da carteira.
Raphael: Me conta um pouquinho de como é que é essa experiência de vocês de trabalhar o pós-venda, o relacionamento com quem já comprou ou com quem aluga com a Valoriza?
Herts: Bom, é cliente no centro, né?
Herts: Então a gente precisa entender que uma jornada de um cliente, na minha opinião, ela nunca acaba.
Herts: Então esse é o primeiro insight.
Herts: Muitos corretores hoje, quando fazem um aluguel, uma venda, assinou o contrato, falou, pô, acabou por aí, vou pro próximo e sempre tá em busca do próximo.
Herts: E na verdade não, cara.
Herts: principalmente para um cliente que compra, as pessoas sempre estão mudando em razão do seu estágio de vida.
Herts: Então, às vezes eu compro o primeiro imóvel, eu saio do aluguel porque vou me casar.
Herts: Estou ali naquele estágio, faço financiamento na cota máxima possível, só que dados já demonstram que de 6 a 7 anos é o tempo que o brasileiro paga o seu financiamento imobiliário.
Herts: Só que muitos não chegam nem nesse tempo, porque já muda a necessidade, a família cresce. Essa pessoa foi promovida, então a condição que ela tinha financeira melhorou, então logo ela tem essa possibilidade ali de fazer a nova aquisição.
Herts: E a empresa que tem ações para isso, o corretor de imóveis, no caso, que tem ações para isso, ele sai na frente, porque ele vai ser uma opção se ele tem relacionamento e se ele tem autoridade, principalmente perante esse cliente.
Herts: E a gente, na Valoriza, falando propriamente de quem é cliente, de fato, tem contrato assinado, a gente acompanha, a gente tem um CS que acompanha as nossas locações locatárias, então fechou o contrato, tem uma puta de uma experiência na entrega de chaves com um colaborador ali, que não é o corretor, explicando todos os próximos passos.
Herts: É como se você comprasse um carro, você recebesse o carro ali, uma pessoa te explica todas as funcionalidades, explica os principais pontos, então a pessoa sai com uma informação da imobiliária com as chaves, e aí a gente faz um acompanhamento com ações de 30 dias, com excesso, 90 dias, tanto locatário e locador. O locador também, porque hoje vai cair seu primeiro aluguel, parabéns, sua rentabilidade e tal.
Herts: Com o locador daqui seis meses a gente manda uma outra comunicação dizendo que a gente tá fazendo a gestão, dando um feedback pra ele que ele já recebeu o X, que ele possa contar com a imobiliária sempre também como uma pessoa de autoridade pra que ele possa buscar as melhores opções de rentabilidade pra ele.
Herts: A gente mapeou alguns investidores, inclusive, que a gente vem preparando o nosso time internamente administrativo para que tenha uma linguagem equivalente para esse investidor, se ele gosta de números, se ele gosta de rentabilidade.
Herts: Inclusive, no estágio da rescisão, quando esse imóvel retorna para a Valoriza, a gente bater um papo com ele sobre qual é o preço atual desse mercado, valorizou, se não valorizou, por quanto ele poderia alugar.
Herts: Então a Valoriza hoje é uma grande parceira do locador, trazendo também muitos recursos para os locatários, mas falando ainda do locador, é muito parceira no sentido de aconselhá-lo sobre a locação, sobre um perfil de cliente legal, porque hoje a gente quando vai alugar, e às vezes até os nossos corretores, pô, a gente não aluga, a concorrente vai alugar lá com, aliás, o cliente vai alugar com o nosso concorrente.
Herts: E aí como a garantia Y, eu falo, cara, não.
Herts: Pode até alugar, mas a gente tá preocupado muito com a segurança da locação.
Herts: Então, as garantias que a gente oferece ali é que, de fato, o proprietário não tem a dor de cabeça, né?
Herts: Então, isso também é experiência, cara.
Herts: Isso também, você se importar, você enxergar lá na frente, né?
Herts: Faz parte da nossa retenção desses clientes.
Raphael: Muito legal, cara.
Raphael: E esse diferencial talvez seja a coisa mais importante da manutenção da carteira, porque eu estava falando com um amigo, o perfil do locador, do proprietário, ele mudou drasticamente nos últimos anos.
Raphael: Se você pensar no proprietário, no locador de 40 anos atrás, você tinha um...
Raphael: era aquele cara mais velho, que tinha vários imóveis de renda é quase o seu barriga, do Chaves.
Raphael: Isso era 40 anos atrás. Dificilmente você tinha um proprietário que não tinha aquela característica.
Raphael: Ou ele tinha vários imóveis da família, porque era muito difícil comprar um imóvel.
Raphael: O crédito não era fácil.
Raphael: O sistema de financiamento é um negócio super recente no Brasil, se a gente for pensar na história.
Raphael: Então, isso mudou. Hoje em dia você tem...
Raphael: Não que eu estou defendendo aqui os cursos milagrosos aí do Instagram, né?
Raphael: Mas assim, rolando o feed lá outro dia, apareceu um curso de uma pessoa que tinha menos de 30 anos ensinando outras pessoas a comprar imóvel pra viver de renda e comprando com crédito e etc.
Raphael: E aí, depois de investigar, as pessoas compraram mesmo e têm imóveis.
Raphael: Então, assim, você tem uma característica de um locador também, que você tem um investidor profissional alugando, você tem uma pessoa mais simples, eventualmente, que vive daquela renda que o imóvel produz.
Raphael: Então você tem uma... ficou muito heterogêneo esse perfil do locador, né?
Raphael: E se você não tem um CS pra entender cada perfil e se adaptar, como você trouxe aqui e falou, poxa, se eu tô falando com um investidor que tá acostumado a olhar a bolsa, que tá acostumado a falar de rentabilidade, etc, como é que eu vou colocar o meu CS aqui, o meu administrativo, pra falar com ele e a pessoa não tem rapport, não consegue falar a linguagem?
Raphael: Esse cuidado...
Raphael: Sem sombra de dúvida, é uma das coisas mais transformadoras que eu ouvi aqui, que a gente tá falando.
Raphael: Isso é muito legal, cara. Parabéns pela visão. Acho que isso é um negócio brilhante.
Herts: Perfeito. Cara, é assim. Acho que o grande papel hoje na prestação de serviço é agregar valor.
Herts: Se você não agrega valor, consequentemente, você é dispensável. Então, você é...
Herts: Eu acho que é assim.
Herts: Você precisa conversar muito, entender muito o que os clientes estão imaginando da prestação de serviço.
Herts: Porque quando você hoje vê aí no mercado comum, você vê muitos proprietários que reclamam do serviço da imobiliária, que não teve apoio, que paga a tarifa de 10% mas não vê valor algum, e que às vezes ele aluga até diretamente com o locatário para poupar essa taxa da administrativa.
Herts: Então, é de fato, cara, você entender as dores.
Herts: Quando você entende as dores e você entende o que de fato vai agregar valor para o proprietário e você traz uma solução, Aí você conecta, aí você retém, aí você trabalha pra uma experiência positiva desse cliente.
Raphael: Legal. Tem uma coisa que, ouvindo você falar, eu vou refletindo, né?
Raphael: Dá pra ter ideia nova todo dia, né? Dá pra mudar tudo todo dia, dá pra você inovar todo dia.
Raphael: Existe o poder da inovação, mas eu acho que o maior poder pro empresário imobiliário, aqui o dono de imobiliária, talvez seja a disciplina.
Raphael: Porque você tem uma metodologia, você tem um olhar, uma visão, e o mercado imobiliário é um mercado lento, ele não é um mercado que as transações vão acontecer em 2, 3 dias, ele não é um mercado de relacionamento, ele é uma maratona, ele não é uma corrida de 100 metros.
Raphael: E aí talvez você tem que ter a disciplina adequada de ser fiel à sua própria metodologia.
Raphael: Todos os dias, eventualmente, tem dia que não é bom, né, meu?
Herts: Mesmo não vendo o resultado, né, imediato.
Raphael: Pois é. Como que... Me conta aí, você já teve algum momento que você ficou frustrado?
Raphael: Que você olhou e falou... Sempre.
Herts: Sempre. Eu brinco que às vezes, cara, é assim, né, cara? Empreender é isso.
Herts: Às vezes você tá feliz pra caralho, você fala... Puta que dia, tal.
Herts: E tem dia, cara, que cê vai pra casa, né, cabisbaixo, desanimado, cê fala, ah, cara, vou vender todo sapo, vou pra outro mercado, tal.
Herts: Mas nada como uma boa noite de sono, né, Raphael? E aí, cara, cê acorda o dia seguinte, renovado.
Herts: e vamos lá fazer o negócio acontecer. Acho que é isso, cara. É dia após dia. É acreditar.
Herts: Eu acho que, de fato, quando você acompanha pessoas que inspirar, não só no mercado imobiliário, mas envolve muito amor, envolve muita entrega.
Herts: E eu acho que é isso, cara.
Herts: Quando você tem claro o seu propósito, você acorda, dorme todos os dias para fazer aquilo acontecer.
Herts: Mesmo não dando certo no tempo que a gente espera.
Raphael: É verdade. E acho que esse é o dilema do empreendedor, né?
Raphael: É um negócio que dói, mas a gente vai lá e quer continuar fazendo.
Herts: Quer continuar. Quer empreendedor, né?
Raphael: No fim, é isso que acaba construindo grandes negócios, grandes empresas, grandes histórias, né?
Raphael: É legal demais, cara. Assim, a gente tá indo pro final aqui do nosso papo.
Raphael: Eu vou olhando pro relógio e é uma loucura, porque a gente vai conversando, e, cara, o tempo passa aqui e a gente não percebe, né?
Herts: Sim.
Raphael: Mas nesse bloco final, eu gosto muito de falar a respeito dos próximos passos.
Raphael: Então, assim, mercado imobiliário, olhando aí 2026 pra frente, como é que você está vendo as transformações?
Raphael: Então, pensando na inteligência artificial, pensando em novas tecnologias, você acha que as coisas mudam muito mais ainda?
Raphael: Tem muito mais por vir? Eu vou dar um exemplo.
Raphael: Ontem, a gente estava vendo lá na Plaza, Um amigo nosso trouxe um vídeo e falou, cara, vocês viram que lançou o
Figure 3, que é um humanoide, de uma empresa lá nos Estados Unidos, que tem um humanoide lá que faz serviço de doméstica, que custa 5.900 dólares.
Herts: Caraca, velho.
Raphael: Eu acho que até pouco tempo atrás custava, papo de, sei lá, 50 mil dólares, agora estamos falando de 5 mil dólares.
Raphael: O negócio tá barateando. Será que daqui a pouco vai ter humanoide aí nas imobiliárias?
Raphael: Cara, assim, no limite eu quero entender como é que você tá olhando o futuro, pensando em tecnologia e transformação.
Herts: Cara, o futuro tá atrelado à tecnologia, né? São coisas que caminham juntas.
Herts: e até antes da gente prever o futuro aqui quero até deixar para você aí sobre a Maya hoje na nossa na nosso processo comercial né a Maya hoje pra gente é indispensável cara porque assim nos trouxe muita clareza no funil só quero deixar muito bem registrado aqui Antes a gente não tinha a informação de quantos clientes a gente falava, a gente não tinha informações dos agendamentos que a Maya faz, a gente não tinha informações pós-visita, visita e pós-visita.
Herts: Então tudo isso melhorou muito o nosso processo comercial, cara.
Herts: Isso nos traz clareza, traz dados e você começa a trabalhar muito a partir disso.
Herts: Poxa, o problema tá no topo de funil? Cara, então eu vou investir mais em cadência, né?
Herts: Os clientes não estão descendo muito. Pô, recebi 100 leads, fiz uma venda.
Herts: Opa, tem muito mais oportunidades aí. Por que a gente não evoluiu mais no funil?
Herts: Então eu vou trabalhar topo de funil, eu vou trabalhar meio de funil, né? E a Maya...
Herts: é uma grande aliada, né? Vai e eu chamo lá na Valoriza de Val, né?
Herts: Porque eu personalizei o nome dela lá pra gente.
Herts: Então esses dados, cara, que a gente passou a acompanhar, obviamente fez com que a gente crescesse.
Herts: Por quê?
Herts: Porque os dados nos trouxeram informação e a partir dos dados a gente começou a implementar ações Dessas ações, a gente começou a ver melhoria e começamos a comprovar os resultados.
Herts: A nossa alocação esse ano mesmo, a gente cresceu 33%.
Herts: Aliás, fiz o último meeting agora de fechamento trimestral que a gente já alugou até setembro desse mês e equivale a todo o ano inteiro de 2024.
Raphael: Caramba!
Herts: Então, fruto aí é o grande trabalho da Maya, né?
Herts: E a Maya, pra quem não sabe aí também, ela tem um calendário ali de agendamento de visitas, cara, que a gente usa muito isso.
Herts: Não tô aqui não só por fazer merchan, mas de fato eu tô falando da nossa usabilidade.
Raphael: Perfeito.
Herts: Então, cara, muito mais fácil, eu consigo olhar o calendário da semana, informações que eu não tinha antes, né, o que tem de agendamento pra semana, para o dia, para o dia seguinte, para daqui três dias, para a semana que vem.
Herts: Então, a partir dali ficou muito mais fácil, tá?
Herts: Agora, a gente só tá crescendo, e eu vou falar porque eu já tentei IA antes, num outro processo, a gente só tá crescendo com IA porque a gente tem um comercial combinado com o trabalho da IA.
Herts: Porque se a gente não tivesse um comercial combinado com a IA, a IA não adiantaria, porque a IA não faz nada sozinho.
Raphael: Não.
Herts: Porque também tem gente que acha que a IA vai fazer milagre.
Herts: Não faz milagre se você não tem um comercial, de fato, trabalhando em conjunto com ela.
Herts: Então isso eu pude comprovar, não, estava preparado no passado, quando eu tentei implementar a IA.
Herts: O que acontecia? A IA atendia o cliente rapidamente, no momento dele, uma hora, duas horas da manhã.
Herts: Só que daí, o cliente ficava com uma experiência, pô, nossa, que legal, como a gente falou aqui.
Herts: Puta, caraca, o cliente, nossa, a imobiliária já me respondeu através da IA, achava que era atendimento humano.
Herts: E aí, quando de fato o nosso atendimento humano entrava em contato com esse cliente para dar sequência no atendimento, daqui um dia, dois dias, às vezes até, fazia o primeiro contato para fazer a mesma qualificação que a IA fazia.
Herts: Totalmente, era aí que acontecia, cara.
Herts: O cliente ficava estressado, não existia uma continuidade de atendimento, então foi essa uma experiência negativa, que eu estou compartilhando aí com o pessoal, que não funcionou.
Herts: Então, eu corrigi meu processo comercial, trouxe a minha equipe, se preparei, equipe, nós vamos implantar de novo, nós temos que funcionar nesse fluxo aqui, vocês vão olhar a conversa, vocês vão entender, tá aqui no nosso CRM, olha para todos os atendimentos, e aí a coisa começou a fluir muito bem, cara.
Raphael: Que legal.
Herts: E aí a gente está comprovando o crescimento. E falando um pouquinho agora de futuro...
Herts: Estou parecendo um político aqui, lembra de fazer outra coisa? Falando um pouquinho de futuro aí.
Herts: Cara, eu acho que assim, as coisas vão potencializar, você vai no Connecta e Moob, no Summits da vida, hoje tem tanto evento do mercado imobiliário, e cada vez mais você vê as coisas se aprimorando, né?
Herts: Então, o iPod 3, que, pô, já traduz línguas. Você vê muita tecnologia, de fato, a coisa acontecendo.
Herts: Uma revolução. E eu acredito que cada vez mais a tecnologia aí vai ser a nossa grande aliada.
Raphael: Transformador.
Raphael: Eu vi hoje de manhã, antes de vir pra cá, o Marcos Zuckerberg lançando um novo recurso, que agora, quando você grava um conteúdo pro Instagram, Você pode gravar em qualquer idioma, que o seu conteúdo sai gravado nos idiomas locais pra um monte de países.
Raphael: Então quem é criador de conteúdo, de repente você fala só em português, mas você vai poder criar conteúdo aqui e passar na Ásia, passar em outros países e a pessoa lá vai assistir no idioma dela.
Raphael: Então, assim, a velocidade com que as coisas vêm se transformando depois da IA, porque a IA é o grande motor para essa velocidade, é um negócio brutal.
Raphael: Acho que a gente vai ver muita coisa que eu achava que a gente não ia ver.
Raphael: Eu achava e falava, não, poxa, tem coisa muito futurista, né?
Raphael: Mas acho que os Jetsons estão mais perto da gente do que a gente imagina.
Herts: É verdade, já tem aí o projeto, né? 2026 aí, os Jetsons, os mini-helicópteros aí.
Raphael: Pois é.
Herts: De fato, já implementar, né?
Herts: Mas é óculos que vem por aí, que capta áudio, que capta vídeo, que traduz também.
Herts: Você viu os óculos que devem chegar no Brasil agora em outubro.
Herts: Então tem muita novidade vindo, muita coisa acontecendo.
Raphael: Legal demais, cara. Show de bola, cara. Assim, muito obrigado da gente ter tido esse papo aqui.
Raphael: No final, eu sempre faço a mesma pergunta, que é eu vou pedir pra você mandar um recado pra Maya.
Raphael: O que você quer dizer pra ela aí, do fundo do seu coração?
Herts: Obrigado, né, primeiramente, por ter conhecido a Maya. A Maya foi revolucionária pra Valoriza.
Herts: Acho que nesse tempo que a gente tá aí há quase 12 meses, ela também veio evoluindo, né?
Herts: Legal que ela é personalizável.
Herts: Então, cara, a gente tem ali, precisa de qualquer coisa, qualquer ajuste, manda pro time da Plaza, o pessoal ali atende
prontamente, corrige.
Herts: A gente tá com um projeto juntos aí, trabalhando internamente, que depois acho que a gente pode compartilhar com o
pessoal aí sobre novas linhas aí que a gente tá trabalhando com a Maya.
Herts: Mas hoje a Maya pra gente, no nosso processo comercial, é indispensável, cara. Não vejo hoje...
Herts: seguir com a operação sem ter E.A.
Herts: hoje nos ajudando no processo de atendimento, no processo administrativo que também vocês têm, num boleto, num condomínio.
Herts: Enfim, E.A. hoje é revolução numa operação imobiliária.
Raphael: Legal demais, cara. Então, Amaya, mais um parceiro agradecendo aqui. Obrigado.
Raphael: Cara, a gente também te agradece pelo papo aqui, pela disponibilidade.
Raphael: E eu queria também te parabenizar, não para puxar o saco, mas para falar a verdade, são poucos donos de imobiliária que eu conheço que têm visão, que efetivamente têm práticas de gestão, que se esforçam para tentar trazer para o ambiente da imobiliária um ambiente de uma empresa profissionalizada.
Raphael: Então, os poucos que eu conheço, todos têm sucesso, assim como vocês na Valorize.
Raphael: Então, é um prazer tê-los como parceiro e é um prazer poder ver o mercado imobiliário cada vez com pessoas mais competentes na liderança desse negócio.
Raphael: Então, parabéns, cara.
Herts: Valeu, Rapha.
Raphael: Show de bola. Estamos juntos.
Herts: Obrigado, meu irmão. Obrigado pelo convite.
Raphael: Pessoal, obrigado. Esse é mais um episódio do Maya Talks.
Raphael: Acompanhe a gente, vai ter muita coisa bacana por aqui ainda. Valeu, um abraço!
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