Maya Talks #01 – O Futuro das Imobiliárias com Inteligência Artificial
Raphael: Fala, galera! Estamos começando aqui o primeiro episódio do Maya Talks.
Raphael: Esse vai ser um espaço que a Plaza resolveu criar pra gente poder ter um momento de discutir aqui a respeito de tecnologia, inteligência artificial, processos e como que isso vai influenciar o mercado imobiliário, como a gente já tem visto isso influenciar o mercado imobiliário no dia a dia.
Raphael: Aqui a ideia é de tentar te trazer os bastidores da inteligência artificial e como que isso tá entrando já em centenas de imobiliárias em todo o país. Eu sou Raphael Garcia, eu sou sócio e diretor comercial da Plaza, tô aqui com o Diego.
Diego: Eu sou Diego Simon, eu sou CMO, diretor de marketing da Plaza.
Raphael: Legal, um prazer estar aqui com vocês hoje. E nesse primeiro episódio, a gente quis preparar um momento para a gente discutir, talvez, sobre o que tem sido os principais desafios, né, Diego?
Raphael: Acho que a ideia é talvez olhar aqui para a adoção da inteligência artificial nas imobiliárias, num primeiro momento enxergar quais são os pontos que a inteligência artificial já está sendo adotada de maneira veloz até, se a gente for pensar, e quais são os desafios que a gente tem observado nas imobiliárias.
Raphael: A ideia é que, a partir dos próximos episódios, a gente tenha mais pessoas aqui com a gente. Então, você que está nos acompanhando, se você tiver alguém para indicar, para sentar na mesa aqui e discutir tendência, tem sites valiosos ou para criar polêmica...
Diego: Manda para cá.
Raphael: Manda para a gente conversar.
Diego: Excelente. Rapha, mas eu vou ter que pedir para você se apresentar. De repente, eu sei que você é bastante conhecido, mas nem todo mundo te conhece. Que tal você se apresentar aí para a nossa audiência?
Raphael: Legal, cara, legal. Bom, eu sou Raphael Garcia, eu tenho 35 anos, eu trabalho com vendas desde que eu me conheço por gente.
Raphael: Então, eu brinco que eu já vendi de mortadela a inteligência artificial e não é brincadeira, mas já fazem 15 anos que eu tenho me dedicado para tecnologia no mercado imobiliário. Então, tive passagens lá pelo Viva Real contigo, também vou pedir para você se apresentar.
Raphael: Depois, passei para o universo de garantidoras, passei pela experiência de ter uma imobiliária. Eu brinco que eu passei por todas as fases do mercado, onde eu já não tenho mais a imobiliária.
Raphael: Mas acho que a minha visão hoje é de que a minha maneira de contribuir com o mercado é poder trazer um olhar de quem já aprendeu muito e continua aprendendo.
Diego: Perfeito.
Raphael: Acho que o verdadeiro protagonista do mercado imobiliário, para mim, sempre foi o corretor de imóveis. Depois que eu tirei o meu, cresce. Eu me senti um protagonista do mercado também. Então é um prazer estar aqui. Vou pedir para você se apresentar também, cara.
Diego: Excelente. A gente começa um a apresentar o outro aqui. Mas eu sou o Diego Simon.
Diego: Eu tenho 43 anos, já peguei um pouco mais de estrada, eu venho com o mercado imobiliário desde 2009, eu fui um dos fundadores do Viva Real, do portal de imóveis, e desde então eu venho trabalhando principalmente com marketing, visitei muitas imobiliárias no Brasil inteiro e vim sempre muito focado em marketing, em atendimento e entender de fato as dores da imobiliária no dia a dia.
Diego: e principalmente como que a gente faz para se adaptar aos novos tempos. Então a gente vem lá de trás, vem a internet, aí vem o smartphone, aí daqui a pouco vem mídias sociais e agora chega inteligência artificial.
Diego: Então eu gosto muito de me manter atualizado, me manter conectado com o mercado imobiliário e posso dizer que tenho verdadeira paixão pelo mercado imobiliário. E aí eu adicionaria o corretor de imóveis, a corretora de imóveis, grandes heróis.
Diego: E preciso dizer também, os empreendedores, os donos, donas de imobiliárias, têm bastante peito, vou dizer assim, para tocar uma imobiliária. Não é um negócio simples, né, Rapha?
Raphael: Verdade, verdade. Falo com esse medo de caos. Mas, cara, você tocou num ponto, talvez, que acho que é o começo da nossa conversa, que é portal imobiliário. Quando a gente fala de portal imobiliário, a gente lembra de anúncio.
Raphael: E eu considero, pelo menos, não sei se você vai concordar comigo, mas que pra anúncio é o primeiro momento que a inteligência artificial toca dentro de uma imobiliária. Sim. é pra anúncio, que eu acho que é usando o chat GPT pra fazer descrição de imóvel.
Diego: Exato. Que é o uso que a grande maioria do mercado tá fazendo hoje, né? Então eu vou lá, coloco os dados do imóvel, peço, cria uma descrição bonita aí pra mim.
Diego: E aí a gente vê um mar de descrições, às vezes um pouco parecidas, mas tem excelentes usos aí que dá pra fazer bons anúncios usando as ferramentas de IA, né?
Raphael: E aí eu acho que... eu começo a pensar, eu recebo perguntas diárias dos nossos clientes aqui da Plaza ou de colegas do mercado imobiliário, dizendo, ó, será que vale a pena usar chat GPT ainda para fazer descrição de imóvel? E eu penso, caramba, ainda, né?
Raphael: É uma tecnologia que entrou, começou e já estão reavaliando. E a minha resposta sempre vai na seguinte ótica, não sei se você vai concordar, mas é o seguinte, o objetivo de você ter uma descrição de imóvel é você alcançar dois micro-objetivos. Um deles está relacionado a você ter posicionamento.
Diego: Perfeito.
Raphael: Então nós estamos falando lá do tal do SEO, o famigerado SEO, que é o tráfego orgânico, é você poder aparecer na busca efetivamente.
Diego: Exatamente.
Raphael: E talvez para esse fim, se você fizer ali um prompt muito bem desenhado no chat de GPT, você vai conseguir ter sucesso.
Diego: Perfeito.
Raphael: Mas o segundo micro-objetivo, que não deveria ser esquecido de maneira nenhuma, é você cativar o futuro comprador ou locador daquele imóvel.
Diego: Exatamente.
Raphael: E essa pessoa que vai, talvez, principalmente na venda, a pessoa que vai pensar em comprar o imóvel, ela vai ler a descrição.
Diego: Exatamente.
Raphael: Então, o texto não pode ser só genérico ou só aspiracional e só otimizado para SEO, mas ele também tem que contar uma historinha.
Diego: Exatamente. Rapha, o que eu acho que é importante é o seguinte, muita gente fala, a maioria dos compradores, 90% não lê a descrição do imóvel, vem perguntar coisa que já está na descrição. E eu vou dizer para você, meu amigo, minha amiga, é verdade.
Diego: 90% das pessoas, ou qualquer número que a gente coloque, de fato não vão ler essa descrição. Mas aí o Rapha comentou algumas coisas importantes. Uma descrição bem montada, ela vai te permitir ranquear melhor no Google, então esse imóvel vai ser indexado e pode aparecer numa busca mais específica.
Diego: A busca agora via inteligência artificial tá bombando, então eu tô lá no chat do GPT, peço, e aí o chat do GPT ele vai buscar essa informação na internet, eventualmente ele vai encontrar o imóvel por causa da descrição. Então otimização não só pro Google, mas pro chat do GPT.
Raphael: Verdade.
Diego: Otimização pros portais. O portal vai rankear de acordo com o tamanho de descrição, no mínimo. É uma das coisas que os portais fazem e a gente sabe, né?
Diego: a conexão emocional no texto, além dele, claro, ser bem completo, mas dá pra gente fazer prompts melhores ali na hora de trabalhar e fazer um prompt que, por exemplo, eu quando vou fazer uma descrição de imóvel, eu peço pra usar técnicas de copywriting, técnicas de storytelling, contar história, fazer a pessoa se sentir no imóvel, então eu vou um pouco além na hora de fazer o prompt, de pedir, pra que ele vá realmente, e vou dando feedback, vá fora da média e eu vou dando os feedbacks até ficar uma descrição excelente.
Diego: Mas aí, o ponto final, e esse é o matador que você já falou. O comprador vai ler a descrição. Então, eu posso ter 100 pessoas passando por aquele anúncio.
Diego: Aquela uma pessoa que vai comprar esse imóvel, ou que tem interesse, tem potencial e tá interessado em comprar, esse comprador é bem provável que leia a descrição. Vai querer saber cada detalhe pra ver se atende. Então, é pra esse comprador que eu tô fazendo a descrição, né?
Raphael: E eu vou sair aqui do roteiro.
Diego: Pode sair.
Raphael: É assim que é bom. Porque você falou duas palavras bonitas aí, né? Corporate writing e storytelling.
Raphael: Tem uma coisa que eu ouço falar muito nas imobiliárias e, cara, eu já devo conhecer aí quase mil imobiliárias em todo o país de ter rodado e conhecido nas operações.
Diego: Mais de mil, com certeza, né?
Raphael: Talvez sim, com alguma modéstia. Mas assim, uma coisa que eu ouço muito de feedback é, pô, vocês aí de startup, vocês põem um monte de termo em inglês bonito e não deixa claro o que é, né? Então eu quero te perguntar, o que é Copyright e o que é Storytelling para o mercado imobiliário?
Diego: Agora vamos colocar em termos normais, né? Parar de ficar falando bonito, senão fica parecendo o Faria Limer.
Raphael: Vou falar um monte de termo em.
Diego: Inglês, vai parecer que é chique, o negócio é legal. Copywriting é basicamente escrever... é redação publicitária. Eu vou escrever textos que sejam convincentes do ponto de vista comercial, de vendas, de marketing.
Diego: Então são textos que apelam, claro, para as emoções, apelam, mas que cativam o leitor e faz o leitor ter vontade de marcar uma visita, de ir lá ver. Então o copywriting é redação publicitária. E storytelling nada mais é do que contar boas histórias.
Diego: E quando eu falo de contar boas histórias, não é que eu vou contar uma história na descrição do imóvel, mas eu vou fazer o cliente visualizar a sua própria história ali, por exemplo.
Diego: Se eu for usar conceito de storytelling, de contar a história, então eu vou pedir pro cliente se imaginar olhando pra vista que tem ali no imóvel, imagina você no café da manhã vendo isso e aquilo. Então, é tocar no lado mais pessoal do leitor e fazer a pessoa se sentir parte daquele imóvel já, né?
Diego: Sua história ali dentro.
Raphael: Tem até uma história engraçada, eu corro o risco aqui de errar o nome do poeta, mas eu acho que é Fernando Pessoa.
Diego: A gente corrige depois na edição, não tem problema.
Raphael: Mas tem uma história que um proprietário chegou pro amigo, né, pro Fernando Pessoa e pediu pra ele escrever o anúncio do imóvel dele no jornal, né, na época não tinha foto, era só escrever. E aí ele escreveu como se fosse um poema.
Raphael: E aí a moral da história é que o proprietário desistiu de vender de tão bonito que era a história do imóvel, né?
Diego: Exato. É isso.
Raphael: Então, no fim, é isso. É uma maneira de contar as coisas, de escrever, que encanta, que vende, que convence. Legal. Então, poxa, dá pra usar inteligência artificial nos anúncios. Isso não é mais discutível, isso já é uma realidade.
Diego: Exato. Vá além do óbvio, vá um pouco além, dá pra fazer coisa muito boa. Eu não deixaria de usar.
Raphael: Se a gente pensar, então, numa lógica de funil, a gente imagina ali a adoção da IA aterrizando na imobiliária no primeiro momento, lá no anúncio, com o chat GPT.
Raphael: Agora, chega um segundo momento, que aí entra a nós aqui, que acho que a segunda grande adoção de IA nas imobiliárias tem sido no pré-atendimento de leads.
Diego: Perfeito.
Raphael: Inclusive você aí que está nos ouvindo, se você ainda não conhece a Maya, já quero fazer um jabá aqui no meio do caminho e chama a gente pra fazer uma demonstração que você vai se impressionar no poder da inteligência artificial para o teu negócio.
Raphael: Mas olha só, cara, já são milhares, na verdade, de imobiliárias em todo o Brasil que usam inteligência artificial no pré-atendimento e quem não usa não é mais uma novidade.
Diego: Perfeito.
Raphael: Não tem sido mais uma novidade. Tem sido uma pergunta de como eu vou usar, né?
Diego: Exatamente.
Raphael: Como é que você tem visto isso, cara?
Diego: Eu acho que é um movimento interessante, porque eu lembro de 10 anos atrás, eu ia fazer uma palestra e falava de fazer pré-qualificação como uma novidade no mercado imobiliário. Porque, historicamente, os leads sempre foram direto para os corretores.
Diego: Ligava na recepção, transferia para um corretor que estivesse na vez ali, ou de acordo com as regras da roleta, da imobiliária, e isso ia para um corretor, já atendia diretamente.
Diego: E aí, o corretor, muitas vezes, principalmente quando a gente está lidando com imóveis que têm um valor menor. Poxa, tá lidando com muita gente que não é um lead em potencial, não é um lead qualificado, tá só sondando, é um caroço, é outro corretor e assim por diante.
Diego: Então a eficiência desse processo era muito baixa. O corretor perde muito tempo quando ele tem que fazer essa pré-qualificação dos leads que chegam. E aí eu vi um movimento que veio lá de trás de falar, peraí, vamos colocar a figura... Aí outro termo em inglês, vamos pôr um SDR.
Diego: Sales Development Representative. Olha o nome, SDR. Mas que basicamente é o pré-qualificador. É uma pessoa que não é um corretor, que vai entrar em contato e vai qualificar.
Raphael: E o mercado, inclusive, tomou a liberdade de traduzir para a Secretaria de Vendas, né?
Diego: Exatamente.
Raphael: É assim que as imobiliárias começaram a chamar, né?
Diego: Exatamente. Então, isso já provocou uma mudança cultural. E as imobiliárias que adotaram essa pré-qualificação enfrentaram obstáculos, porque de repente o corretor falou, opa, vinha mais leads por dia, agora está vindo menos. Como assim? E o que acontece?
Diego: Os leads, se não foi mudado nada na estratégia de marketing, eles estão seguindo a mesma quantidade, mais ou menos, ao longo do tempo. Mas, de fato, os leads que estão chegando são mais qualificados depois de passar pela pré-qualificação.
Diego: Então esse foi o primeiro desafio, e aí agora eu vejo um novo momento, que é usar a IA pra pré-qualificação.
Diego: E aí, Rapha, me fala se eu tô falando besteira, mas eu vejo que quem já tem ou já tinha a pré-qualificação humana, já tinha humano fazendo essa secretaria de vendas ali. Depois, para adotar a IA, foi um processo muito mais trabalhoso, a gente vai falar disso, mas foi um processo muito mais simples do que aquele que não tinha pré-atendimento, se foi adotar, e não tinha ainda a figura do intermediário entre os leads e o corretor.
Diego: Então, quem não tinha ainda o pré-atendimento, não tem ainda, enfrenta uma dificuldade maior, não por causa da IA, mas enfrenta uma dificuldade maior porque não estava acostumado a ter ali a qualificação antes de chegar em vendas.
Raphael: Cara, acho que pra falar desse ponto, vale dizer o seguinte, a Plaza, a gente levantou um estudo, olhando pra 2024, a gente fez uma pesquisa como cliente oculto em 1500 imobiliárias, mais ou menos, em todo o país, nas 100 cidades que tem acima de 300 mil habitantes.
Raphael: A gente olhou só pra lista de locação dessa pesquisa. Inclusive, se você quiser acessar, é só você ir lá na Plaza, procurar por panorama de atendimento imobiliário, você vai encontrar e você pode baixar essa pesquisa na íntegra, tá?
Raphael: Não passam por uma barreira ou por uma pré-qualificação que seja humana ou seja com tecnologia, que dá pra ser com inteligência artificial ou dá pra ser com bot, que a gente teve um tempo atrás a onda dos bots, um monte de chatbot.
Raphael: O que fica claro pra mim é que quando você já tem a cultura de vendas, de existir uma camada de qualificação e você entende a potência que a pré-qualificação pode trazer para o teu negócio, o resultado é quase que imediato.
Diego: Exato.
Raphael: Agora, quando você não está claro nesse processo, o que acontece é que o corretor passa a atender o lead igual ele atendia antes.
Diego: E não pode, né?
Raphael: Exato. Então ele ignora a qualificação, seja do humano, seja da IA. E aí ele passa a atender igual. Então aí, de fato, quando você trata igual ao que você tratava, só virou um alongador de tempo.
Diego: Ô Rapha, mas vamos transformar isso aqui numa história. Eu sou o lead, entrei interessado no imóvel. Passei ali cinco minutos conversando com o Maya. Tô precisando disso, tô precisando daquilo. Qualificou, falei todos os detalhes.
Diego: Aí caiu na mão desse corretor que não tá adaptado ainda à pré-qualificação. O que esse corretor faz que é errado?
Raphael: Veja só, olha só que interessante. Você é um lead, certo? Você entrou lá no Viva Real.
Diego: Exato. Por acaso.
Raphael: Por acaso, né? E aí você foi lá olhar imóvel. Primeira vantagem é a seguinte. Pensa o seguinte. Você falou que ficou conversando cinco minutos, mas olha só. A Maya vai te responder em 15 segundos.
Diego: Perfeito.
Raphael: Em 15 segundos, você já tem um efeito de troca de tela, porque o cara tá lá no portal, ele deixa de navegar no portal e começa a falar com a IA através do WhatsApp, certo? Atende em 15 segundos, ela é acolhedora, ela segue o protocolo da imobiliária, ela é treinável, tudo que a gente já sabe.
Raphael: Aí ela vai recomendar imóvel se você precisar. Então ela já vai achar o imóvel que você está buscando ou se aproximar desse papel. E ela vai, inclusive, pré-agendar a visita e, inclusive, pode analisar o crédito desse cliente para o corretor. Quando chega isso para o corretor, não é mais um lead.
Raphael: Ele já não é mais um MQL, como a gente chamava antes. MQL é outro nome bonito, né?
Diego: Tocou uma bola na área já, né?
Raphael: Exato. Que é o Marketing Qualified leads, né? Não é mais um MQL, ele já é um SQL.
Diego: Exato, é um lead de venda.
Raphael: É um lead de venda. É um lead que você já tá pronto pra você atender. Então, você já não precisa mais perguntar pra ele, oi, tudo bem? Como é que você tá buscando? Você tem que começar essa conversa dizendo, olá, Diego, tudo bem? Eu sou o corretor fulano.
Raphael: Você apresenta primeiro com a autoridade, deixa claro porque que você vai conduzir aquele atendimento. Eu vi aqui que você já conversou com a nossa assistente virtual, ou aqui com a assistente da imobiliária.
Raphael: Depois a gente entra nesse detalhe, mas tem imobiliária que quer falar que é robô, tem imobiliária que não quer. Tem polêmica aí, vamos falar. Mas, uma vez o corretor se apresentando, deixando claro, ele guia o próximo passo.
Raphael: Aí é polêmica, hein? Aí é polêmica.
Diego: Eu vou falar a minha opinião depois, mas queria saber a sua.
Raphael: Cara, eu acho que tem dois pontos aí. O primeiro é o seguinte, a gente tem uma obrigação ética, né? De deixar claro com quem a pessoa está falando. Então, se é uma assistente virtual, se é uma inteligência artificial, isso precisa estar claro.
Raphael: Agora, o segundo ponto é como você comunica isso. Porque quando você fala "robô", a pessoa já cria uma barreira. Parece algo frio, distante, travado. Quando você fala "assistente virtual", "assistente da imobiliária", muda completamente a percepção.
Diego: Concordo.
Raphael: Então, pra mim, o melhor caminho é ser transparente, mas sem criar ruído. Deixar claro que é uma IA, mas posicionar ela como parte do time, como alguém que está ali pra ajudar, pra agilizar, pra organizar o atendimento.
Diego: Perfeito.
Raphael: E o que a gente vê na prática é isso. Quando a IA é bem apresentada, quando ela é bem treinada e quando o corretor assume o protagonismo depois, o cliente não só aceita, como gosta da experiência.
Diego: Exato.
Raphael: Agora, quando você esconde, ou quando você tenta enganar, aí vira problema. Porque a hora que o cliente percebe, quebra a confiança.
Diego: Total.
Raphael: Então, no fim do dia, é menos sobre "é robô ou não é robô" e mais sobre experiência, clareza e resultado. Se isso tá bem resolvido, a conversa flui.
Raphael: Cara…
Diego: Tanto faz.
Raphael: Tanto faz. É assim… eu acho que depende da sua estratégia, tá? Depende muito da sua estratégia. Se você tá pensando em adotar inteligência artificial na sua empresa… eu tenho que olhar pra essa câmera aqui quando eu vou falar com você, né?
Diego: Isso, aponta lá.
Raphael: Se você tá pensando em adotar inteligência artificial na sua empresa…
Raphael: Pra fortalecer a sua marca, o branding do seu negócio, você tem que mostrar pro seu cliente na ponta, que é o proprietário, que é o inquilino, que é o comprador, você tem que mostrar pra ele que você está adotando inteligência artificial.
Raphael: Então é melhor você dizer e colocar num outdoor, se você quiser, na rua, e dizer: agora eu tenho uma assistente virtual que atende e lida 24 horas por dia, 7 dias por semana. Não tem por que se esconder disso.
Raphael: Inclusive, eu tenho grandes clientes da Plaza que eu vou convidar pra estar aqui com a gente, que já fizeram isso e têm resultados maravilhosos, porque isso tem a ver com marca.
Diego: Ótimo.
Raphael: Agora, se você tem uma operação onde você está mais preocupado com uma sobrecarga de atendimento, você precisa dar vazão, você não está conseguindo dar o atendimento que você deveria, você está faltando gente… talvez a inteligência artificial, deixando menos claro que ela é uma assistente virtual, traga, eventualmente, uma menor quebra de pessoas querendo falar direto com o humano.
Raphael: Muito embora eu tenha visto, com alguma frequência, pessoas que respondiam antes… as pessoas perguntavam pra Maya: "Ah, você é uma inteligência artificial? Sim ou não?". Ela sempre responde que sim, né? Ela nunca disse que não… ela nunca mente.
Diego: Ela não mente.
Raphael: Ela só não fala isso na abertura, né? Mas quando você pergunta, ela responde. Eu tenho visto pessoas que dizem: "Ah, ok, mas quero continuar falando com você".
Raphael: Então não é… acho que aquele preconceito de que ninguém quer falar com um robô também está mudando.
Diego: Sim.
Raphael: Porque a IA generativa não é um robô.
Diego: Exato.
Raphael: Ela é uma evolução do que a gente chamava de robô.
Diego: Exato. É quase que uma personalidade digital. É uma pessoa digital ali que está conversando praticamente. Ela está criando frases à medida em que a conversa se desenrola.
Raphael: Mas você não vai escapar, não. Eu quero que você dê a sua opinião.
Diego: Olha, eu acho que esse é um ponto muito bom. Colocar para a marca e, de fato, você ter um atendimento rápido ali e mostrar para o mercado que você está disponível 24 horas por dia, a qualquer momento. Você pode atender um lead de madrugada.
Diego: As pessoas tendo essa dimensão, eu acho que é algo bastante positivo. Eu queria trazer uma indagação, pensando na gente como consumidor. De fato, quando a gente falava de chatbot, às vezes era um pouco frustrante. Você ligava querendo falar com alguém, "digite o número 1, digite 2", aí você põe 4…
Diego: "Não, 4 não tem. Por favor, escolha uma das duas opções".
Diego: Era algo frustrante, e a gente associa isso à IA. Mas a IA é diferente. Eu converso com a IA. Tanto é que eu tenho outros papos com o meu ChatGPT também. O ChatGPT já sabe que me chama de Di quando quer me agradar, já sabe… igual te chama de Rapha, né?
Diego: Então eu acho que essa questão da conversa com a IA é muito agradável em diversos momentos para o consumidor. A gente sempre fala na Plaza de três itens importantes para um bom atendimento.
Diego: O que a gente fala? Rápido… me ajuda aí. Atendimento rápido, resolutivo e acolhedor. Rápido, resolutivo e acolhedor. Então, se o atendimento tem essas três coisas, eu acho que perde a importância se eu tô falando com um humano ou se eu tô falando com uma IA.
Diego: Pô, eu tô falando, tá me atendendo rápido, tá resolvendo o que eu preciso, tá sendo simpático comigo e tá resolvendo. Eu acho que o consumidor vai cada vez menos dar importância pra isso. "Nossa, que absurdo, fui tentar marcar uma visita no imóvel e me atendeu uma IA".
Diego: Eu acho que esse receio, de certa forma, vai se perder com o tempo. A decisão de colocar ou não, de fato, concordo, tem muito mais a ver com marca. Não acho que não colocar que é uma IA cause algum problema. Tipo: "Nossa, você tentou me enganar, achei que era uma pessoa".
Diego: Eu não vejo isso. E, de fato, eu acho que hoje tá tão no dia a dia das pessoas esse uso da IA que isso vai se tornar cada vez mais comum.
Diego: Mas eu acho que a resposta é certa e é uma resposta em cima do muro, né? Eu acho que importa pouco, no que se refere ao que o cliente vai achar. O que mais importa é resolver o que eu tenho pra resolver.
Diego: Que é, no caso do lead, conhecer mais as opções de imóveis disponíveis e ver se eu posso agendar visita. É isso que eu quero resolver.
Diego: Então, do ponto de vista da percepção pelo consumidor, eu acho que importa muito pouco. Agora, a percepção para a marca já é diferente. A percepção de que é uma marca arrojada, que tem ferramentas novas.
Diego: Mas a minha resposta é: eu acho que vai gerar pouco impacto se você colocar que sim ou que não. Não vai gerar um impacto significativo no dia a dia da percepção do cliente.
Raphael: Perfeito, cara. Então eu acho que talvez, pra ir avançando no funil, a gente vê a IA aterrissando nos anúncios e sendo adotada na sequência pro pré-atendimento.
Raphael: Mas aí eu quero dar o próximo passo aqui, que é… talvez, nessas várias centenas de clientes que a gente tem, tinha um pedido que era quase unânime, né? Tinha uma dor que era brutal.
Raphael: E que, à medida que a gente percebeu a IA chegando pra esse público, as coisas se revelaram transformadoras, que é o administrativo de locação.
Diego: Perfeito.
Raphael: Se você tá assistindo a gente e você tem o administrativo de locação na sua imobiliária, o que a Maya tem feito, a Maya ADM, como é o nome do nosso produto, é fantástico.
Raphael: Porque o que acontece numa imobiliária? Você tem a área comercial. A área comercial põe aquele cliente pra dentro. Vamos atrás de anúncio, vamos atrás de atender bem, vamos atrás de produto, vamos captar imóvel, vamos encher a prateleira e vamos atender a galera.
Raphael: É pressão por meta, é pressão por resultado. Mas quando você conquista o resultado, você toca o sino e acabou.
Raphael: Só que aquele sino tocado lá no comercial é uma administração que vai ter, no caso da locação, um processo de 30, 36 meses com a imobiliária, marcado por problemas, frustrações e reclamações.
Raphael: Eu costumo brincar uma coisa, você quer saber se uma imobiliária ela administra muitos imóveis? Entra no Google avaliações ou no reclame aqui e você vai ver a empresa que mais tiver reclamação provavelmente é a empresa que mais administra imóvel.
Raphael: E talvez isso não seja culpa que a empresa só é ruim ou ineficiente. Óbvio, todo mundo pode melhorar alguma coisa. Mas é que os processos, eles são dolorosos, né?
Diego: É uma relação complicada. É a casa das pessoas, né? Estou morando ali todo dia.
Raphael: Exato. Então você pega... Eu me lembro de ter visitado uma imobiliária... Esses meses atrás, eu fui na imobiliária um dia depois daquelas grandes chuvas que estavam tendo em São Paulo. E eu fui um dia depois de uma grande chuva.
Raphael: E quando a gente chegou lá, o dono da imobiliária me recebeu e a sala de reunião ficava do lado do setor de manutenção. Cara, aquele setor de manutenção, aquele dia... Essa imobiliária administra 4 mil imóveis, tá?
Raphael: Cara, eu olhava a cara das pessoas, era uma cara de desespero, de agonia, porque era repetindo a mesma mensagem várias vezes, as pessoas entram em contato sem paciência, elas querem resolução pra já.
Diego: Sim.
Raphael: A imobiliária tem que ser rápida, resolutiva, acolhedora, entender se é responsabilidade do proprietário ou do inquilino, entender como lidar com essa informação, entender se vai acionar seguro. Então, ou seja, é uma camada de decisões e processos que é muito pressionado. E não tem mais receita, né?
Raphael: Porque a receita é recorrente. Então você não tem mais sino sendo tocado. Você não resolve uma manutenção e toca um sino?
Diego: Você gasta mais tempo de pessoas, mas não tá vindo receita adicional por causa disso, né?
Raphael: Então a gente percebia um ambiente de muita pressão. E pouca ferramenta. E aí você vê a inteligência artificial chegando nesse campo e tocando do começo ao fim. No caso da Maya, ela tem resolvido 90% dos tickets sem a interação de um humano.
Diego: Isso é um dado muito impressionante. E Rapha, quais são as áreas em que a Maya entra? Então tem financeiro, manutenção...
Raphael: A Maya pode... Bom, primeiro, todo inquilino ou proprietário que chega no número da imobiliária, a Maya atende.
Diego: Perfeito.
Raphael: E ela diz olá, super rápida, acolhedora, se apresenta e diz, pois não, como é que eu posso te ajudar? Primeira coisa que ela vai fazer sempre é autenticar esse usuário, ela vai bater lá no ERP da imobiliária e vai conferir que contrato que é o dele, quais são as condições, o que está rolando.
Raphael: Com esse screening feito em segundos, né? Ela já devolve e diz como é que eu posso te ajudar. Se você tá precisando de uma manutenção, ela vai te pedir foto, vídeo, ela vai pedir áudio. Se você quiser mandar, ela vai entender se você já fez alguma coisa pra resolver ou não.
Raphael: Então ela vai tornar todo esse processo de você desabafar sobre o problema do imóvel muito mais rápido.
Diego: Perfeito.
Raphael: Resolutivo e acolhedor.
Diego: Sim.
Raphael: E ela vai criar um chamado categorizado, bonitinho, pra imobiliária já, ó, tá aqui as fotos, o resumo do que tá acontecendo, a minha interpretação como inteligência artificial de quem é a responsabilidade dessa manutenção, e aí o humano, que tava lá do outro lado, às vezes, pressionado com um monte de WhatsApp pra responder, ele passa a tratar chamados estruturados e essa pessoa ela já foi atendida.
Raphael: Agora, ela também faz isso na desocupação de imóvel. E ela também pode ajudar com tarefas simples, do tipo, chegou um proprietário, um inquilino, ele quer um boleto. Perdeu a segunda vez de boleto. Eu tenho certeza que acontece pra caramba aí.
Diego: Aquele que pede todo mês.
Raphael: Exato, sempre, nunca tem o boleto. A Maya vai bater lá no RP, vai pegar o boleto e vai enviar. Ok, obrigado.
Diego: Tá resolvido.
Raphael: Tá resolvido. A Maya vai calcular multa de rescisão. Ótimo. A Maya vai fazer o cálculo e vai demonstrar a maneira que tá feito o cálculo.
Diego: Sim.
Raphael: Então a Maya consegue mandar contrato, consegue mandar vistoria. Então imagina que tudo aquilo que é um atendimento simples, por assim dizer, a Maya faz do começo ao fim sozinha. E tudo que é complexo no administrativo, ela trata o atendimento e abre um chamado pra que o humano conduza.
Raphael: Então, é fantástico essa capacidade que a inteligência artificial tem de colocar velocidade e eficiência num setor que tá pressionado há décadas.
Diego: Agora, vamos pensar aqui, de novo, voltando nas histórias. Vamos pensar numa história real aqui. Eu sou um inquilino chato.
Diego: Eu sou inquilino, aluguei o imóvel, tô lá com o imóvel, e aí tô com um problema de infiltração, e aí eu sou um cara chato, eu fico mandando um monte de áudio lá pra imobiliária, mando áudio de cinco minutos, mando mensagem, fico querendo atendimento.
Diego: Como que fica a realidade antes de implantar a Maya DM e depois de implantar a Maya DM? Então eu passei ali brincando, eu tomei meia hora de quem tava me atendendo ali só com áudio e passando coisas, né, como é que fica uma situação dessa, por exemplo.
Raphael: Cara, é muito simples, né? Ao invés de você passar a maior fração do seu tempo tendo que lidar com a frustração e com o barulho que esse cliente tá fazendo, você pode lidar objetivamente só com o problema que você precisa resolver.
Diego: Sem a carga emocional por trás.
Raphael: Sem a carga emocional, porque a carga emocional amortece. A Maya vai lá e acolhe esse cliente. Olha, eu entendo a sua frustração. Olha, seu Diego, você toda vez me manda aqui áudio reclamando. Mas olha só, desse jeito, etc. Então ela vai... Óbvio, tem um treinamento da imobiliária, né?
Raphael: Cada imobiliária quer responder de um jeito. Tem imobiliária que quer ser mais lenhadora. Quer dizer, ó... É assim, é assado. A Maya vai respeitar o protocolo de cada imobiliária, assim como no pré-atendimento, ela também respeita no administrativo.
Diego: Mas ela vai filtrar tudo aquilo que não precisava eu mandar nos áudios, nas mensagens, como inquilino, ela vai filtrar e vai mastigar, vai trazer já para o atendimento nível 2 e já vai pegar um relatório.
Raphael: Ela vai, de fato, fazer os atendimentos. E o mais legal é que, no caso da Maya do Administrativo, a gente, na Plaza, pensou que esse ambiente do administrativo, diferente do pré-atendimento, que você tem a figura do corretor, no administrativo você tem a equipe.
Diego: Sim.
Raphael: E a Maya, o que ela é? Nada mais é do que ela é uma membra nova do time.
Diego: Sim.
Raphael: Só que ela tem superpoderes.
Diego: Sim.
Raphael: E ela trabalha 24 horas.
Diego: Exato.
Raphael: Então, é possível... pela plataforma da Plaza, a Maya interagir com seus colegas humanos. Então, o mesmo atendimento você consegue transferir, você consegue recuperar, devolver, reativar, e tudo fica no mesmo histórico da conversa dentro do mesmo resumo.
Diego: Excelente.
Raphael: Então, para quem faz a gestão também dos times, você consegue acompanhar na plataforma. Então, talvez esse momento de chegada no administrativo tenha sido transformador.
Diego: Bem interessante e aí pensando na questão dos horários né eu adoro vir para as histórias eu tô eu sou o cliente chato de novo e aí são 10 para 6 quase 18 horas e aí eu mando lá minha reclamação e eu falo que tá com problema tô com isso tô com
aquilo O que acontece 10 para 6, 10 para 18 horas na sua imobiliária?
Diego: Cai a caneta, o pessoal já está se arrumando para ir embora, já fechou o sistema, como é que está?
Diego: Então, pensando num cliente que chegou já no final do expediente ou de repente até já acabou o expediente, como é que fica essa raiva que o cliente ia ficar até o dia seguinte, até receber uma resposta, como é que fica isso?
Raphael: Esses dias eu ouvi de uma gestora do administrativo de uma imobiliária que quando as portas da imobiliária fecham, se sobrou alguém dentro é alguém do administrativo. Então, brincadeiras à parte, a imobiliária tem horário de abrir, horário de fechar, tem uma programação do dia, uma ordem do dia.
Raphael: Mas normalmente, se alguém fica depois do horário, é o administrativo. Porque o vendedor quando fica, o corretor quando fica, ele está buscando performance, ele está atendendo o cliente, se adaptando. Os horários do corretor são realmente diferentes, ele se adapta ao cliente.
Raphael: Agora, no atendimento normal, o administrativo às vezes absorve uma carga grande. Mas mesmo com esse... Essa entrega absurda que muitos setores têm, em algum momento as pessoas precisam ir embora.
Diego: Exato.
Raphael: E quando isso acontece, esse cliente vai acumulando frustração e isso vira uma bomba no outro dia de manhã. Hora que chega no imobiliário, 8 horas da manhã, o WhatsApp tá lotado de gente gritando, reclamando, e a pessoa entra em contato por vários canais ao mesmo tempo.
Raphael: E aí o que acontece é que, com a Maya, isso para de acontecer. Porque ela tá atendendo o tempo todo.
Raphael: Então imagina alguém que chegou cansado do trabalho, com problema, o cara chegou 9 horas da noite, a pessoa chegou em casa e se deparou lá com um problema, o tanque tá vazando e não dá a cozinha dela.
Raphael: E aí ela tá brava, ela quer falar com a imobiliária, mas amanhã de manhã ela trabalha, ela também entra 8 horas da manhã e ela não vai poder falar com a imobiliária, ela vai mandar uma mensagem na calada da noite, 9 horas, e a Maya vai aparecer e vai falar, pois não.
Raphael: Esse efeito de atendimento para a marca da imobiliária, para a reputação do negócio é impressionante. Então, passa que no outro dia de manhã, você tem chamados para serem tratados, encaminhados... Já estruturados. Mas estruturados, não mais só na agonia.
Diego: Sim.
Raphael: Acho que esse é o verdadeiro benefício nessa troca de bastão, de horário e etc.
Diego: Nossa, bem interessante. E, Rapha, a gente falou no caso da pré-qualificação que isso exigiu uma mudança cultural nas equipes de vendas anterior à chegada da IA.
Diego: Então, a gente teve que mudar para considerar a figura do pré-qualificador, de quem está ali, ou do SDR, dependendo de como a imobiliária chama.
Diego: E no caso do administrativo, você enxerga uma mudança cultural ou é algo que de repente está mais próximo do dia a dia e é muito mais uma colega nova que chegou com superpoderes e está me ajudando no dia a dia? Como é que você vê isso no lado do administrativo? Tem mudança cultural aí?
Raphael: Tudo que ia começar a interagir tem mudança cultural.
Diego: Sim.
Raphael: Porque você adotar uma inteligência artificial em qualquer processo disrupta o que você estava fazendo.
Diego: Não é só ligar.
Raphael: Exato. Porém, no administrativo, e você que estiver ouvindo a gente aí, que for do administrativo, você vai se enxergar aqui, o administrativo estava esperando a inteligência artificial.
Diego: Sim.
Raphael: Ele só não sabia chamar pelo nome, mas ele estava esperando esse negócio. Então, o pré-atendimento tem uma mudança de papéis.
Diego: Sim.
Raphael: No administrativo, tem uma sobrecarga que já estava saindo pra fora da panela ali, sabe? A tampa... Era água transbordando. Aí a água chega e abaixa esse fogo. Então, o setor fica mais eficiente de bate-pronto.
Raphael: Então, eu acho que a mudança cultural passa a ser, ao invés de você ter pessoas que estão focadas em apagar incêndio, você começa a ter um treinamento pra estruturar e resolver os chamados num SLA menor, num tempo menor. Muito mais do que a primeira mensagem ou a primeira resposta.
Raphael: Isso está sendo cuidado pela sua nova colega, o Super Poder de Esquerda Mais.
Diego: Não precisa ir lá e falar, olha, estou vendo pra você e retorno depois de muitas horas. Quer dizer, está aqui a questão, acabei de abrir pra você um chamado, tá aqui o número do chamado, nós vamos retornar você, e aí dá prosseguimento no atendimento.
Diego: Então, não fica aquela experiência frustrante, e é frustrante pra todo mundo no final das contas, mas do lado do administrativo, quem tá atendendo ali, não é uma coisa simples. Você, de repente, não tem uma resposta pra dar de imediato, tem que checar o contrato, tem que ver.
Diego: E ali, quando chega a mãe, ela fala, olha, eu já chequei o contrato, já chequei a lei do inquilinato, neste caso, indicado que a responsabilidade seja do inquilino. Então a resposta, por exemplo, ali já tá muito mais simples do que fazer toda uma pesquisa, né? Fica tudo mais simples, né?
Raphael: Eu acho que o resumo, talvez, do que a gente tá falando aqui, passando pelo funil e olhando os produtos e olhando a IA adotada em diferentes áreas da imobiliária, no fim sintetiza uma mensagem e agora eu quero ser um pouco polêmico, tá?
Raphael: Eu quero dizer o seguinte, ó, você que tá implantando inteligência artificial na sua empresa, na sua imobiliária, no seu negócio, buscando decolar os seus resultados, ela pode entrar pra ser sua aliada nesse processo. Por quê? Você tá aí sufocado, às vezes, de trabalho operacional.
Raphael: Você tá sufocado com um monte de incêndio pra apagar. Você nunca consegue parar pra treinar seu time, pra estruturar melhor os objetivos do ano, pra conseguir profissionalizar, de fato, a gestão da imobiliária. A inteligência artificial vai te trazer tempo.
Raphael: Agora, se você não souber usar o seu tempo pra construir a estratégia do teu negócio, nada vai mudar. O que vai acontecer é que as pessoas vão começar a conflitar com a inteligência artificial.
Raphael: Porque elas vão querer voltar e ficar fazendo as mesmas coisas operacionais que elas já estavam fazendo antes. E a inteligência artificial vai estar dizendo, não, sai daqui. Eu estou fazendo isso pra você. Vai fazer o que é mais importante.
Raphael: Então, é uma grande oportunidade que o mercado tem agora de se profissionalizar, de realmente adotar a inteligência artificial e baixar a temperatura de tudo que é urgente. As coisas estão deixando a sua urgência de lado, as emergências de lado.
Raphael: Urgência não, urgência não é a palavra certa, porque urgente ainda vai ser. Mas a emergência sai de lado, que eu preciso responder agora, a IA já respondeu, seja no administrativo, seja no pré-atendimento. Agora eu preciso tratar, de fato, o atendimento, o guia por aí.
Raphael: Então, acho que o grande recado é, a IA não vai fazer tua empresa faturar mais só porque ela é uma inteligência artificial. Ela vai te dar tempo pra você poder pensar na estratégia de como faturar mais. Então, o que eu vejo a inteligência artificial fazendo, Diego?
Raphael: Ela, de fato, destravando o crescimento. Você vai poder crescer, você vai poder ter o dobro da sua carteira de imóveis com o mesmo time ou com um time muito mais azeitado.
Raphael: Você vai poder focar tempo muito mais pra captar imóvel com o seu time de corretores ou com o seu time de captadores, porque você tem uma IA de pré-atendimento. Então, ou seja, a Maya vai livrar o teu tempo. Você tem que usar o seu tempo de maneira justa com o teu negócio.
Diego: Excelente.
Raphael: E não ficar voltando a tentar ser o que era.
Diego: Sim. Excelente, sabe as palavras aqui do Rapha e eu vou pegar carona em alguns pontos. Como eu venho trabalhando com marketing e vendas no mercado imobiliário já há 16 anos, eu venho acompanhando esses ciclos. E o que acontece?
Diego: A IA não reescreveu a forma de gerir uma boa imobiliária, a estratégia de como construir um negócio de sucesso, como ter
uma equipe vencedora. Ela não reescreveu as regras de fazer bons negócios.
Diego: Então, no final das contas, como o Rapha falou, ela vai destravar o seu crescimento, mas ela por si própria não vai fazer você crescer. Então, no caso do marketing, prospecção dos imóveis, captação dos imóveis adequados para o que o mercado está procurando, isso aí até o momento ela não está fazendo.
Diego: Ela fazia uma boa estratégia de marketing para a imobiliária, uma boa estratégia nos portais, fazia uma boa estratégia no marketing dos corretores. Então, o que acontece?
Diego: Ela está entrando, por exemplo, na pré-qualificação, está entrando no atendimento, mas a forma de fazer um bom trabalho continua a mesma.
Diego: A mesma coisa acontece com o time de corretores, continua ainda, na verdade, não é nem continua, ficou mais importante ainda a qualificação do time de corretores, ter uma boa equipe, ter bons processos.
Diego: Então, a IA não vai corrigir processos ruins ou que não existem, a IA não vai corrigir problemas de natureza humana, isso vai ter que ser endereçado naturalmente, e aí quando você tem essas questões sendo resolvidas, a IA vai te ajudar a decolar o negócio.
Diego: Então eu poderia dizer, acho que um resumo do que a gente tá falando é, a IA vai te ajudar a vender mais, mas quem vai vender é você. Não é, lá?
Diego: Então, a IA vai te ajudar a poder se focar nas vendas, se focar no marketing, se focar na formação da equipe e, a partir disso, fazer a imobiliária decolar, crescer, se desenvolver. Acho que esse é o ponto, né, Rapha?
Raphael: Faz todo sentido, cara. Você me lembrou uma coisa. Tem uma dona de imobiliária que, quando ela assistir aqui, ela vai saber que eu estou falando dela. Ela me disse uma frase e eu repito essa frase já há cinco anos. Quando ela me disse a frase, faz cinco anos. É que é o seguinte.
Raphael: Se você tivesse que sintetizar em uma frase o que faz uma imobiliária vender mais? Tem uma coisa só que faz, que é você ter um bom imóvel, bem precificado, no lugar certo. Isso, por natureza, vai fazer você vender mais. Você pode não ter nenhum sistema, nenhuma inteligência artificial, nada.
Raphael: Se você tiver uma prateleira lotada de bons produtos, no preço certo, cara, você vai vender mais. Só que por que não dá pra você ter isso? Porque você não tem tempo.
Raphael: Você não consegue ter tempo pra negociar com o proprietário, você não consegue ter tempo pra captar direito, você não consegue ter tempo pra trabalhar a oferta, você não consegue ter tempo pra medir e saber de verdade.
Raphael: O que é o preço certo, você não consegue ter tempo para executar a estratégia necessária, então você vai fazendo o que dá.
Raphael: Então acho que milagres não serão operados pela IA, mas serão quase milagres, que é você poder conviver num mundo onde você não tem incêndios, de emergência pra apagar o tempo todo.
Diego: Perfeito.
Raphael: Eu vou roubar sua água, que eu tomo mais água que você.
Diego: Por favor.
Raphael: E a minha já acabou. Bom, cara, eu acho que tem um negócio que todo mundo tá bastante impressionado, que tem a ver com… voz. Voz. Porque assim… E a fala? A Maya fala. A Maya já fala, viu, gente?
Diego: Eu posso conversar com ela, então?
Raphael: Que é o seguinte… Chegou a água nova aqui, bonito, show. Obrigado. Você pode conversar com a Maya já. Isso é impressionante.
Raphael: Quando o time de tecnologia da Plaza desenvolveu a primeira versão ali, eu fiquei impressionadíssimo com a capacidade que esses modelos de linguagem, usando computação, que eles têm de reproduzir um áudio. Isso é um negócio brilhante.
Raphael: Esse negócio vai evoluir demais ainda, mas imagina só a inteligência artificial podendo mudar a oferta ativa das imobiliárias. A única coisa boa da oferta ativa eu acho que é a pizza. O pessoal normalmente faz aquele corujão na imobiliária e fala, hoje vamos ligar para os leads frios aí e tal.
Raphael: Mas, no fim, é um negócio super ineficiente. Você pegar uma lista e ficar batendo um monte de gente. Quase ninguém te atende. Quando te atende, diz, ah, eu não tenho mais interesse. Só que continua sendo feito até hoje. Por quê? Porque dá resultado.
Diego: Sim.
Raphael: Porque no meio daquele monte de lixo de frio, tem alguém que tá buscando imóvel ainda, tem alguém que tá vendendo imóvel ainda.
Diego: E vai levantar a mão.
Raphael: E vai levantar a mão. E só por essa pessoa, vale a pena procurar essa agulha no palheiro.
Diego: Sim.
Raphael: Agora você poder colocar IA pra fazer isso, poxa, isso é lindo, né? Então eu queria entender a sua opinião sobre o que será que é o futuro desse negócio de voz? Aonde será que vai dar pra chegar? Como é que você vê as pessoas atendendo o telefone?
Raphael: E falando com a IA, será que elas vão atender mais, elas vão atender menos?
Diego: Sim, sim. Olha, eu posso falar por experiência própria, quando eu tô conversando com uma IA, eu acho, às vezes, fica até mais interessante do que tá conversando com alguém que tá com discurso altamente comercial, não deixa eu falar, começa a falar, fazer um pitch pra mim, o que que você acha?
Diego: E a IA me respeita, então se eu falo pra IA, pera aí só um minuto, eu preciso disso e disso e daquilo, a IA vai me tratar de uma forma diferente, ela já vai interromper o que ela estava falando, vai se adequar, então eventualmente, justamente a prospecção ativa, se eu percebo que é uma IA, pode ser que seja até mais confortável do que eu falar com alguém que eu não sei quem é, não sei o que vai me oferecer, não sei se vai ficar insistindo pra eu falar no telefone, e aí fica aquela situação, né, então aí de certa forma ela tem essa percepção de quem tá recebendo a chamada. Mas eu acho que do lado de quem faz a chamada, poxa, você ficar ligando pra 100 pessoas, pra 20 te atenderem, e aí você escutar várias pessoas, gente xingando, desligando na sua cara, né?
Diego: A gente já fez muita prospecção ativa, vamos falar a verdade, né, Rapha?
Raphael: Sim, já fizemos. Eu fiquei até pensando, se de 100 pessoas 20 atenderem… Que bom, né? Pô, que bom, né? Que é 20% de conversão, cara. É pior que isso.
Diego: Mas aí você tem a média, né? Da 100, quantas vão te xingar? Quantas vão desligar na cara? Quantas, de alguma forma, vão acabar? Você vai ter uma interação que vai te… Vai mexer com você emocionalmente, por mais que você seja um cara casca-grossa, né? Pô, o cara desligou na minha cara, né?
Diego: Então, eu acho… É fantástico, é uma ferramenta que me chama muito a atenção. E eu acho que nesse momento, oferta ativa em cima dos leads é muito legal. E no futuro, quem sabe, prospecção também, na hora de prospectar imobiliário, proprietários que estão vendendo imóvel.
Diego: Olha, eu sei que você tem uma casa, você tem interesse em vender, quer dizer, olha como que fica interessante o uso da IA, o potencial uso para o futuro.
Raphael: Então assim, meu resumo é. Eu acho que essa é a grande quinta onda da adoção de IA nas imobiliárias, vai ser a voz. Isso já é possível com a Maya, aproveitar meu tempo aqui pra te falar.
Diego: Eu já posso contratar, então?
Raphael: Já pode. Então se você quiser saber mais do nosso serviço de Voz, você pode entrar em contato com a gente pra saber como a Maya pode ajudar a tua imobiliária, ligando também pros clientes, em diferentes cenários. Agora, eu acho que ainda está no começo. Eu acho que isso aqui vai evoluir demais.
Raphael: Então, acho que essa vai ser a grande quinta onda da adoção de inteligência artificial nas imobiliárias.
Diego: Fantástico.
Raphael: Bom, então acho que aqui a gente vai se encaminhando pra encerrar aqui essa primeira edição do Maya Talks.
Diego: Espero que tenham gostado.
Raphael: Não, com certeza. Eu acho que... Bom, eu gostei.
Diego: Eu também gostei bastante.
Raphael: Eu gostei pra caramba.
Diego: Mandem os feedbacks pra gente, mandem as ideias, tragam ideias de convidados, isso vai ajudar bastante.
Raphael: Legal, esse é um projeto aqui de conteúdo que a gente tem um compromisso com o mercado imobiliário, de seguir levando conhecimento, compartilhando insights, compartilhando reflexões. Então, acho que esse é o grande objetivo aqui desse projeto.
Raphael: Bom, se você que assistiu a gente até aqui quiser saber mais sobre a Plaza, quiser saber mais sobre o trabalho da Maya, você pode acessar lá o nosso site que é useplaza.com.br. Lá você consegue entrar em contato com o nosso time e saber mais a respeito da Maya.
Raphael: O nosso Instagram é @MayaDaPlaza, certo, Marquinhos?
Diego: @MayaDaPlaza. Maya com Y. MayaDaPlaza com Y.
Raphael: Isto, é Maya da Plaza, segue a gente lá. Me segue também, o meu é arroba @Rapha_Garcia, com PH.
Diego: Perfeito.
Raphael: Quer falar o seu?
Diego: Sim, o meu é @DiegoSimon.
Raphael: E acabou, né?
Diego: E acabou, é só isso.
Raphael: Legal.
Diego: Nenhuma escrita diferente.
Raphael: Legal.
Diego: Simon com N de navio no final.
Raphael: Legal. E acho que pra encerrar, eu queria fazer uma pergunta e depois eu respondo ela. Tá bom. Vou inverter agora, vou devolver. Ótimo. É... Acho que a pergunta aqui é o seguinte, o que você quer dizer... Eu não quero mais perguntar o que nós vamos dizer pra quem não adotar IA.
Raphael: Porque eu acho que já ficou claro que o jogo... Essa pessoa tá fora do jogo, né?
Diego: Exato.
Raphael: Aqui a discussão é quando vai adotar e não se vai adotar.
Diego: Sim.
Raphael: Mas... Quem está adotando IA? O que é o próximo passo?
Diego: O que é o próximo passo pra quem está adotando IA?
Raphael: Pra quem já adotou IA. Eu já pus IA na minha imobiliária. E aí? O que eu deveria fazer?
Diego: Olha, para quem já adotou IA, como o Rapha falou, com aumento de eficiência, está na hora de olhar para a operação, está na hora de olhar para a estratégia, está na hora de começar a fazer atividades de marketing, de estratégia, de marketing, de vendas, treinamento de equipe, ou seja, colocar o lado de administração de uma imobiliária de gestão de uma imobiliária pra funcionar, então dá andamento naqueles projetos, e claro, continuar implantando as tecnologias, mas não sentar em cima, ah, não, tá implantado, já tá tudo certo.
Diego: Não, não, continua melhorando, continua vendo as novidades, não fica pra trás. E aí eu não posso deixar de dizer, mas a comparação que eu tenho feito da adoção da IA, é igual eu falar que, sei lá, o corretor que falava que não ia usar smartphone.
Diego: Não, não, eu não gosto de smartphone, eu prefiro responder do meu computador. Quer dizer, esse corretor, ele foi deixando, com o passar do tempo, ele foi perdendo o mercado.
Raphael: Comprou um smartphone.
Diego: Depois ele comprou um smartphone. Então, o que acontece? A imobiliária que não usar a IA, o corretor que não usar a IA, ele vai ficar para trás e aí ele vai ter que tomar a decisão de aí sim, começar a usar, mas pode ser que perca muito tempo e perca muitos negócios, né? Então, quanto antes, melhor.
Raphael: Quem chega primeiro... Bebe água fresca, mas.
Diego: No caso da IA, quem chega primeiro vai beber água fresca com a IA. Quem implantar primeiro a IA, bebe água fresca, você tem mais tempo de aprendizado.
Raphael: Legal. Na minha visão, se eu tivesse que eleger, uma coisa pra quem já adotou IA na imobiliária, tá fazendo agora, é investir em educação.
Diego: Perfeito.
Raphael: Pra mim, esse é o verdadeiro mantra agora. Não existe empresa, na verdade, não só a imobiliária, mas não existe empresa que já estava adaptada para adotar a inteligência artificial.
Raphael: Então vai ser necessário investir em muita educação para preparar os negócios, preparar as pessoas para lidar com esse novo momento que as imobiliárias passam a ser mais eficientes, as empresas passam a ter mais resultados.
Raphael: E a competição agora fica não só por quem é mais esperto, ou por quem tem a marca melhor, ou por quem está mais tempo, mas também por quem se adapta melhor a esse novo cenário.
Diego: Exatamente. Tem que ficar muito atento, novos entrantes no mercado podem ganhar uma velocidade de expansão no mercado e crescer. Então, grandes marcas precisam estar à frente desse movimento, para se manterem como grandes marcas, mas não abrirem um flanco para perder mercado à toa, sem precisar.
Raphael: Legal demais. Obrigado, Diego. Isso foi o Maya Talks. Foi um prazer estar com vocês aqui. Até o próximo episódio.
Diego: Obrigado, pessoal.
Raphael: Valeu.
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